sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Trans Expert deposita salários atrasados de vigilantes do Itaú em Petrópolis

Nesta sexta-feira (21), um dia após a paralisação dos vigilantes da Trans Expert, em Petrópolis, a empresa depositou o restante dos salários de julho dos vigilantes que atuam no banco Itaú. O pagamento é resultado da mobilização da categoria que fechou 12 agências bancárias durante todo o dia na quinta-feira (20) em protesto contra os atrasos nos salários.

O movimento foi organizado pelo Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis. Cerca de 35 funcionários estavam com os recebimentos atrasados. De um total de 15 unidades, 12 agências foram fechadas, apenas três abertas por conta de alguns vigilantes que não quiseram aderir ao movimento.

Diante do impasse, a direção do Bradesco acionou a empresa de vigilância G4S (Vanguarda) para assumir os postos de trabalho. O Itaú também tomou a mesma medida e acionou a empresa GP (Guarda Patrimonial de São Paulo). 

"Os pagamentos depositados hoje demonstram que nosso ato mostrou força. Alcançamos parte do objetivo, já que apenas os vigilantes do Itaú tiveram seus salários regularizados. Aguardamos ainda para hoje os depósitos dos companheiros que trabalham no Bradesco. Vamos continuar cobrando da empresa", afirma Adriano Linhares, presidente do Sindicato.

Imprensa SindVigPet

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Vigilantes de Petrópolis paralisam 12 agências bancárias e cobram salários atrasados da Trans Expert


Agências dos bancos Bradesco e Itaú em Petrópolis permaneceram fechadas durante todo o dia desta quinta-feira (20) por conta da paralisação de vigilantes da empresa Trans Expert, responsável pela segurança das unidades. O protesto é pela falta de pagamento de salários e benefícios dos trabalhadores. O movimento foi organizado pelo Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis. Cerca de 35 funcionários estão com os recebimentos atrasados. De um total de 15 unidades, 12 agências foram fechadas, apenas três abertas por conta de alguns vigilantes que não quiseram aderir ao movimento.

Diante do impasse, a direção do Bradesco acionou a empresa de vigilância G4S (Vanguarda) para assumir os postos de trabalho. O Itaú também tomou a mesma medida e acionou a empresa GP (Guarda Patrimonial de São Paulo). 

A TransExpert tentou furar a paralisação enviando para Petrópolis um efetivo de vigilantes da cidade do Rio de Janeiro. Porém, não obteve êxito já que a força da mobilização da categoria e atuação do sindicato foram firmes no propósito de lutar pelos direitos.

A empresa informou que depositou o vale transporte dos vigilantes e que pagou 50% dos salários e do vale alimentação. O Sindicato cobra o pagamento integral.

“Os vigilantes não trabalham apenas metade do mês. Então não podem receber apenas 50% do salário. Não adianta a empresa vir com milhares de justificativas por que demos todas as chances dela resolver. A paralisação de hoje foi um sucesso. A categoria em Petrópolis é mobilizada e a nossa direção é comprometida em garantir os direitos dos trabalhadores. Dinheiros eles têm. Então que paguem os trabalhadores corretamente. Todos têm contas a pagar e necessitam dos seus vencimentos”, declara Adriano Linhares, presidente do Sindicato.



Apenas os caixas eletrônicos ficaram disponíveis para as transações. A regulamentação da Polícia Federal estabelece que os bancos não podem funcionar sem um contingente mínimo de vigilantes. A paralisação será por tempo indeterminado até que a situação dos trabalhadores seja regularizada.

Imprensa SindVigPet









terça-feira, 18 de agosto de 2015

Sindicato vai paralisar atividades nos bancos Bradesco e Itaú de Petrópolis para cobrar salários atrasados


O Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região ameaça paralisar as atividades dos bancos Bradesco e Itaú de Petrópolis por conta dos atrasos nos salários dos vigilantes funcionários da empresa Trans Expert. O prazo para quitação dos vencimentos é até quinta-feira (20). Caso a empresa não pague os salários, os trabalhadores vão se concentrar no início da manhã no Sindicato e as agências bancárias não abrirão para atendimento ao público.

A regulamentação da Polícia Federal estabelece que os bancos não podem funcionar sem um contingente mínimo de vigilantes. A paralisação será por tempo indeterminado até que a situação dos trabalhadores seja regularizada.

O Sindicato está em contato permanente com a empresa há alguns dias. No entanto, todos acordos para quitação dos salários não foram cumpridos. 

"Não podemos esperar mais. Quem tem fome, tem pressa. Os vigilantes cumpriram suas jornadas de trabalho integralmente. A empresa não, simplesmente, deixar de pagar os salários e deixar seus funcionários à míngua. A direção do Sindicato não tolera injustiça. Vamos responsabilizar a empresa e também os bancos contratantes para garantir os direitos dos trabalhadores em dia", afirma Adriano Linhares, presidente do Sindicato.

Imprensa SindVigPet


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Encontro Sul-Americano discutiu as violações dos direitos humanos na Prosegur

Trabalhadores e líderes sindicais se reuniram em Santiago, no Chile. A reunião serviu para discutir as violações dos direitos humanos da empresa de segurança na América Latina, a Prosegur. O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e Secretário de Relações Internacionais da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), Adriano Linhares, foi o representante brasileiro no encontro.
Durante o último ano, três atos de violência física contra líderes sindicais ocorreram no Chile, Peru e Colômbia. A Prosegur não denunciou nenhum dos atos de violência e publicamente não realizou queixas à polícia.
No Chile, um guarda delegado sindical e da segurança foi espancado com uma barra de metal em seu local de trabalho em março deste ano. Apesar do incidente violento, o ataque ocorreu durante o horário de trabalho e a Prosegur não denunciou o ataque. Os trabalhadores e seu sindicato reclamaram publicamente contra Prosegur por não registrar nenhuma junto a polícia do Chile.
Outro caso foi de um líder sindical na Colômbia e trabalhador Prosegur que recebeu um soco na boca de um chefe da segurança, em novembro de 2014. O trabalhador ficou incapacitado por oito dias. O agressor recebeu uma pena de três dias, e não foi demitido pela Prosegur. A gerência da Prosegur na Colômbia acusou os dirigentes sindicais de "terrorismo".
No Peru, em agosto de 2014, um secretário-Geral do trabalhador e Prosegur, estava deixando sua casa para ir trabalhar às cinco da manhã, quando ele foi brutalmente agredido na cabeça com uma pedra. Nada foi roubado do agredido. A Prosegur permitiu a livre circulação de panfletos anônimos em suas instalações que continham falsas acusações de fraude contra a líder sindical e as fotos de sua casa. O banco espanhol BBVA é um dos maiores clientes da Prosegur no mundo. O banco tem permanecido em silêncio sobre os abusos contínuos dos direitos humanos.
A reunião de líderes sindicais de toda a América Latina aconteceu entre os dias 10 e 11 de agosto em Santiago, no Chile.
Homenagem
Como sinal de agradecimento, o sindicato Prosegur Limitada, que representa os trabalhadores de transporte de valores no Chile, entregou um distintivo em agradecimento à solidariedade expressa durante a greve de 54 dias.
Fonte: UniAméricas

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

CNTV vai ao Ministério da Justiça cobrar andamento da proposta do Estatuto da Segurança Privada

A menos de um ano do início dos Jogos Olímpicos e o Estatuto da Segurança Privada, que deveria ter sido encaminhado antes da Copa do Mundo de 2014, ainda não saiu.

Diretores da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) se reuniram na manhã desta sexta-feira (7) com o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça (MJ), Dr. Gabriel Sampaio, para cobrar o andamento do projeto.

Sampaio informou que a proposta construída no MJ já foi encaminhada à Casa Civil a quase dois anos e propôs à CNTV, diante da preocupação da entidade em ter normas que modernizem a segurança privada inclusive na questão dos eventos e de melhorias da profissionalização do setor, que explicite as principais referências no contexto atual.

Paralelamente, o MJ deverá enviar informações sobre os principais tópicos que estão em estudo sobre este assunto até o momento. Independentemente disso, a Confederação continuará dialogando com o Ministério.

Segundo o presidente da CNTV, José Boaventura, a entidade vai acatar a sugestão e deve encaminhar um documento explicitando a preocupação da Confederação com itens como a necessidade de manter o controle da Segurança Privada com a Polícia Federal. A CNTV também rejeitou a formulação que estava na proposta de que esta questão fosse de interesse nacional. 

“Isso é genérico, extremamente vago e, talvez, tenha a intenção de restringir o direito de greve tanto nosso quanto dos trabalhadores bancários, uma vez que a lei regulamenta a segurança bancária”, afirmou Boaventura.

Também constará no documento a preocupação com o grau de profissionalismo dos vigilantes.

Segundo o Secretário de Relações Internacionais da CNTV, Adriano Linhares, a proposta é que haja aperfeiçoamento cada vez maior. 

“Queremos reforçar nossa proposta de que as empresas sejam especializadas em vender segurança. Hoje, elas vendem gente”, denunciou.

Um facilitador para que isto ocorra, segundo Linhares, é que somente os bancos possuem exigência legal de um plano de segurança. O ideal é que todos os serviços possuam este mesmo plano.

“Precisamos investir na profissionalização porque mesmo com presença de vigilantes em alguns locais, tragédias ainda acontecem, como foi o caso da boate Kiss em Santa Maria (RS)”, lembrou.

Outros itens que constarão no documento são medidas de proteção no segmento bancário como tornar as portas de segurança obrigatórias em todas as agências (hoje ela é facultativa), instalação de divisórias ou biombos para evitar o crime de saidinha de banco, blindagem dos vidros das fachadas e câmeras externas.

Hoje, o nível de escolaridade exigido é quarta série primária. A CNTV já propôs elevar a escolaridade pra segundo grau (atual ensino médio), além de outras medidas de valorização e proteção.

“Continuaremos cobrando do MJ o andamento do Estatuto da Segurança Privada que já foi negociado. Nosso intuito é melhorar a profissionalização e investir na segurança e vida das pessoas”, concluiu o secretário de Finanças da CNTV, Jervalino Bispo.


Fonte: CNTV

Economistas apontam irresponsabilidade do Congresso ao aprovar aumento de gastos

A aprovação recente de medidas que aumentam os gastos públicos num ano de crise econômica representa um descompromisso do Congresso Nacional com a realidade do país. Segundo economistas ouvidos pela Agência Brasil, os parlamentares estão pondo disputas políticos à frente dos interesses do país.

Ontem (5) à noite, a Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que vincula o salário de advogados públicos e de delegados de polícia à remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal. O texto estabelece 90,25% do salário dos ministros do STF como a maior remuneração de cada carreira.

De acordo com o Ministério do Planejamento, a proposta terá impacto de R$ 2,4 bilhões nos cofres federais em 2015. A partir de 2016, o impacto aumenta para R$ 9,9 bilhões ao ano. Para os economistas, essa despesa é insustentável em um momento de queda da arrecadação que obrigou o governo a reduzir a meta de superávit primário – economia para pagar os juros da dívida pública.

“Sob qualquer ponto de vista, o Congresso está sendo, no mínimo, irresponsável. O que está em disputa não é a questão fiscal, mas uma disputa política para aprovar propostas que aumentem o desgaste do governo. Um dos ingredientes é aprovar um conjunto de condições fiscais que inviabilizam qualquer governo”, disse o professor Francisco Lopreato, especialista em política fiscal da Universidade de Campinas.

Doutora em economia pela Fundação Getulio Vargas, Virene Matesco também reprova a postura do Congresso, ao não levar em conta as dificuldades fiscais do país. “Quando o Congresso se predispõe a atacar pessoalmente um presidente, mostra que não trabalha para a população, nem representa o povo que o elegeu. A solvência do país tem de estar acima de quaisquer interesses partidários”, afirmou.

Quanto ao quadro econômico atual, os economistas consideram que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, rendeu-se à realidade ao reduzir de 1,1% para 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) a meta de superávit primário. Para eles, a recente atuação do Congresso agrava as dificuldades fiscais do país, que enfrenta queda de arrecadação por causa da contração da economia.

“Mesmo com a incapacidade de cortar gastos, o ministro Levy precisa passar ideia de que há comprometimento em manter as finanças em ordem. A ajuda do Congresso é importante para isso”, afirmou Virene.

Segundo a economista, a articulação política seria importante para mostrar empenho em aprovar projetos que aumentariam as receitas do governo, como a repatriação de recursos enviados legalmente ao exterior e a redução da desoneração da folha de pagamentos.

Para Virene, a diminuição do esforço fiscal representou um sinal de transparência de Levy, que reconheceu rapidamente as dificuldades em executar o ajuste inicialmente prometido. Ela diz que o Congresso deveria atuar como parceiro, não como adversário da equipe econômica.


“O governo tem margem pequena para cortar gastos e precisa do apoio do Congresso para diminuir despesas obrigatórias. Se a receita está caindo de um lado, por outro, o revanchismo dos parlamentares complica ainda mais o ajuste fiscal”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Insegurança faz procura por vigilantes crescer no Rio de Janeiro


A crescente sensação de insegurança no Estado vem se refletindo no aumento da procura por empresas de segurança privada. Só no primeiro semestre deste ano, as solicitações por serviços desse ramo subiram quase 20% em relação ao mesmo período de 2014, segundo estima o presidente do Sindesp-RJ (Sindicato das Empresas de Segurança Privada), Frederico Câmara.
"Nas estações de metrô, onde antes tinham dois seguranças, agora têm quatro", relata.
Para o antropólogo e ex-capitão do Bope, Paulo Storani, o medo poderia ser desconstruído com uma comunicação adequada. "Não há dúvida de que indicadores de homicídios e lesões corporais vêm diminuindo, mas falta às autoridades criar canais para explicar à sociedade o que está ocorrendo", opinou.
Em resposta ao , o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, disse entender que a sensação de insegurança seja maior com casos de grande repercussão. "É um sentimento legítimo, entendo que as pessoas sintam isso. No entanto, os indicadores estratégicos para a segurança e referência para a chamada sensação de segurança estão em queda. Em junho, nós registramos as menores taxas de homicídio dos últimos 24 anos", disse o secretário.

Clandestinidade na segurança particular pode alcançar até 40%

Após cruzar dados da Polícia Federal, da Fenavist (Federação Nacional de Empresas de Segurança) e do Sindesp-RJ, o presidente do sindicato, Frederico Câmara, estima que cerca de 40% das companhias de segurança privada no Rio sejam clandestinas.
Os riscos desse tipo de irregularidade são múltiplos. "Eles colocam pessoas sem preparo, sonegam impostos, usam armas sem o devido porte", enumera Câmara. "Isso sem falar nos casos em que a pessoa estava lá como vigia clandestino e depois dá informação para um assalto, um roubo", acrescenta ele.
Outro problema reside em policiais que utilizam períodos de folga para, ilegalmente, fazer "bicos" na segurança privada. "Ao trocar sua recuperação por outra atividade profissional, você tende a ter ações desproporcionais na volta ao serviço policial", coloca o antropólogo Paulo Storani.
Ao passo que é contra o segundo emprego para policiais, o ex-capitão do Bope defende que agentes recebam "um salário que possa sustentar suas famílias em condições mínimas", já que se trata de uma função de alto risco.
Fonte: Jornal O Destak

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Sindicato garante reintegração de vigilante demitido

A 1ª Vara do Trabalho de Petrópolis concedeu liminar em favor do Sindicato garantindo a reintegração de um associado ao quadro de funcionários da empresa TRANSEGUR. A ação de reintegração foi movida pelo departamento jurídico do Sindicato.

O vigilante havia sido demitido de forma irregular sem realizar exame demissional e sem cumprir o aviso prévio. O Sindicato recusou a fazer a homologação do trabalhador e questionou a demissão. O vigilante havia sido afastado do trabalho por questões de saúde.

“Essa é uma importante vitória para o nosso departamento jurídico. Trabalhamos com muita seriedade para garantir os direitos dos trabalhadores. Buscamos dar um retorno aos nossos associados com serviços de qualidade e resultados positivos. Nossa direção agradece e parabeniza o departamento jurídico da nossa entidade”, afirma Adriano Linhares, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região.

Imprensa SindVig Petrópolis


quarta-feira, 22 de julho de 2015

Equipamentos de segurança irregulares ameaçam a vida de vigilantes

De acordo com o Decreto 89.056/1983, que regulamenta a Lei 7.102/1983 referente aos serviços de vigilância e de transporte de valores, todo o profissional da área de segurança, durante o exercício de sua atividade, deve estar obrigatoriamente uniformizado e munido de equipamentos de segurança com plenas condições de uso a fim de impedir ou inibir uma possível ação criminosa.

Ainda segundo a Portaria nº 191/2006, do Ministério do Trabalho, o vigilante precisa utilizar, obrigatoriamente, o colete balístico, como Equipamento de Proteção Individual (EPI).

Contrariando todas estas determinações legais, uma reportagem do programa Fantástico, da Rede Globo, denunciou fabricação e venda de materiais de segurança irregulares para profissionais de segurança em várias cidades do país. Conforme a reportagem, oficiais do Exército Brasileiro receberam propina para comercializar produtos da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) incapazes de garantir a proteção que deveriam ao trabalhador.

Com isso, devido à falta de condições de trabalho seguras, no início de maio, um policial rodoviário federal morreu na cidade de Ouro Branco, localizada no sertão de Alagoas. No dia, o policial usava um colete à prova de balas da CBC, que deveria combater um tiro de arma de calibre 44, morreu imediatamente após ser atingido por três tiros, de uma arma de calibre inferior (38) por um criminoso.

“A partir desta ocorrência, fica evidente o cenário de perigo e de insegurança que todos os vigilantes do Brasil estão submetidos. A Confederação Nacional dos Vigilantes está notificando as possíveis irregularidades, junto ao Ministério Público e Ministério da Justiça, para tomar as devidas providências a fim de averiguar a qualidade dos coletes e evitar novos acidentes fatais na segurança privada”, ressalta o presidente dos Vigilantes de Barueri e diretor da CNTV, Amaro Pereira.

Após esta denúncia, desde o início deste mês, corporações de polícia vêm enviando amostras de coletes comprados da CBC para testes com o intuito de identificar falhas e comprovar a real eficácia dos materiais, antes de os fornecerem aos profissionais.

“É importante que empresas de vigilância privada, que tenham adquirido os coletes desta mesma Companhia, também façam as averiguações técnicas necessárias em respeito à segurança dos vigilantes”, pontua Amaro Pereira. 

Fonte: CNTV e Sindicato dos Vigilantes de Barueri/SP

terça-feira, 14 de julho de 2015

Vigilantes debatem conjuntura nacional e econômica durante reunião em Brasília

Diretores da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) participaram de uma avaliação de conjuntura nacional e econômica, além de avaliações do Estatuto de Segurança Privada e da Campanha pelo Piso Nacional de R$ 3 mil. Reunidos em Brasília na quinta e sexta-feira (9 e 10), os dirigentes sindicais contaram também com a participação do ex-presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro; exsecretário de imprensa da ContrafCUT e ex-coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Widerkehr; do supervisor do Dieese/DF, Max Leno; e do coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel.

O presidente da CNTV, José Boaventura, convidou os presentes a uma avaliação sobre os desafios do movimento dos trabalhadores para continuar avançando nas conquistas, além de destacar a importância dos debates.

“No momento em que nos propomos a refletir sobre a conjuntura, entender o que está acontecendo no Brasil e no mundo, bem como os sinais da economia, as movimentações no Congresso Nacional, no Judiciário, na política como um todo, buscamos nos qualificar para defender melhor os trabalhadores e buscar alternativas do interesse deles. Essas oportunidades são sempre muito preciosas, pois no momento em que juntamos pessoas diferentes, de categorias diferentes, tendemos a enriquecer o debate ainda mais”.

Diretor da CNTV e deputado distrital, Chico Vigilante chamou o grupo para fazer uma reflexão sobre o atual momento em que o Brasil está vivendo tanto no campo da política quanto da economia, mas, sobretudo, sobre a reforma previdenciária. “Do jeito que está indo, neste mesmo ritmo que se encontra, nos próximos anos, teremos mais gente recebendo da previdência do que pessoas contribuindo, e aí não tem sistema que aguente essa lógica”, ressaltou Chico. “O mais grave de tudo isso é que o Congresso não tem estatura para discutir esse momento político e econômico que o País está vivendo hoje”, pontuou.
Diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e ex-presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro destacou a importância que o movimento sindical tem para a classe trabalhadora, principalmente diante desse momento de crise que o Brasil está passando. “Temos que continuar sendo a referência para a classe trabalhadora. Não podemos perder essa luta, que é a luta histórica entre o capital e trabalhador. Infelizmente, neste momento, o capital está vencendo”, colocou.

O supervisor do Dieese/DF, Max Leno, abriu a manhã de palestra fazendo uma análise da conjuntura do país. Ele apresentou uma série de estudos sobre a situação econômica do país, que, para ele, seria o principal motivo para que, a partir de agora, “as negociações salariais estarão vinculadas ao desempenho de cada um dos setores, pois o cenário de 2015 está provocando alguns desafios para as futuras negociações”.

Max alertou que a intransigência patronal tem aumentado muito para não atender os pleitos dos trabalhadores. Segundo ele, os empresários também estão se aproveitando do atual momento de crise para não ceder às demandas dos trabalhadores. “O setor que tiver, mesmo diante da crise, pouco melhor, poderá ter resultados melhores. Não apenas no que diz respeito às negociações salariais e de acordo coletivo, mas também às pressões dos trabalhadores”, lembrou.

Petrobras - O início do encontro também contou com a participação do coordenador da Federação Única dos Petroleiros, José Maria Rangel, que fez uma análise da situação da empresa e da campanha que setores da direita estão fazendo para entregar o comando da Estatal para o capital internacional. Rangel fez um breve histórico sobre a 5ª Plenária Nacional que foi realizada no último fim de semana, na Escola Nacional Paulista Fernandes, do MST.

Entre outras decisões importantes retiradas da plenária, foi decidido que não há como a categoria petroleira, que tem data-base de setembro, partir para negociar salário, vantagem, benefício, enquanto houver uma situação de um plano de negócios da Petrobras, que foi apresentado cortando 40% dos seus investimentos.

De acordo com ele, depois de elaborada a pauta, a categoria vai chamar mobilizações ao longo da semana, no próximo dia 14, que vai culminar com a paralisação de 24h no próximo dia 24/07. “Formatamos uma pauta política com treze pontos, e que enfim já entregamos para a direção da companhia. Entre outras coisas, queremos a retomada dos investimentos, a conclusão das obras que estão paralisadas, basicamente Comperj e refinaria Abreu e Lima, e a Facen do Mato Grosso”, pontuou.


Fonte: CNTV com Chico Vigilante

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Brinks é condenada a pagar insalubridade a vigilante motorista

Após várias reclamações dos funcionários à empresa, no dia 30 de junho de 2014, logo que tomou ciência, o SindForte/RN, ajuizou ação coletiva contra a empresa Brinks, solicitando à justiça uma reparação imediata diante dos fatos sofrido pelos vigilantes de carro-forte, que estavam sujeitos a condições insalubres devido as altas temperaturas dentro dos veículos, levando os trabalhadores à fadigas e cansaços excessivos, podendo até prejudicar a concentração e, consequentemente provocar um acidente.
Durante a instrução processual, foi determinada a realização de perícia técnica para apurar a insalubridade do ambiente de trabalho dos vigilantes. Após a realização da perícia o expert concluiu o seguinte:
“Após uma análise detalhada nas atividades desenvolvidas pelo RECLAMANTE no local onde o mesmo laborou e de acordo com o anexo 3 da NR 15, Portaria 3.214/78 do MTE, verifiquei que a atividade se caracteriza como INSALUBRE de Grau Médio 20%, apenas para os Motoristas.”
De acordo com o Juiz da 8ª Vara do Trabalho, Joanilson De Paula Rego Júnior, o laudo pericial é conclusivo e a empresa deverá implantar na folha salarial dos motoristas o referido adicional na proporção de 20% sobre o salário mínimo, apenas para os motoristas, bem como seus reflexos sobre: horas extras, repousos hebdomadários, 13º salários, FGTS e aviso prévio.
Fonte: SindForte Rio Grande do Norte

Governo lança programa de proteção a emprego

O governo enviou ao Congresso medida provisória que cria um programa de proteção ao emprego e prevê redução da jornada de trabalho e de salário por meio de acordo coletivo para empresas que comprovarem passar por dificuldades, em um momento de retração na atividade econômica.
Em entrevista coletiva, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, disse que, durante a vigência do programa, as empresas que aderirem não poderão fazer demissões.
"O programa é destinado a proteger empresas de setores de uma crise que cremos temporária", disse o ministro a jornalistas. "É mais inteligente colocarmos recursos para manter o emprego do que para financiarmos o desemprego", acrescentou. Ele disse que o programa tem "virtude fiscal" para o governo, em um momento em que busca reequilibrar as contas públicas.
Também presente na entrevista coletiva de lançamento do plano, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, citou simulações feitas pelo governo que apontariam que o programa terá um custo menor para o Executivo do que o eventual gasto com seguro-desemprego.
"Foi apresentado na simulação que, com 50 mil trabalhadores, na verdade você tem um gasto menor de cerca de 68 milhões (de reais)", disse Barbosa. "Na verdade economiza cerca de 68 milhões, se você contar o que os trabalhadores vão continuar contribuindo", acrescentou.
A MP, assinada pela presidente Dilma Rousseff, permite que a jornada de trabalho e os salários sejam reduzidos em até 30%, com uma complementação de 50% da perda salarial, bancada pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), ou seja, a perda do trabalhador fica menor. Mesmo com a redução em 30% da jornada, o trabalhador receberá um salário de 85%, onde 15% é bancado pelo Governo.
Os setores que poderão aderir ao programa serão definidos por um comitê que terá até 15 dias para regulamentar a MP, formado por representantes dos Ministérios do Planejamento, Fazenda, Trabalho, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e Secretaria-Geral da Presidência,
A medida impede demissões em empresas que aderirem ao PPE durante o período de vigência -- que vai de 6 a 12 meses -- e obriga a manutenção do vínculo por mais um terço desse tempo após o fim do programa.
A proposta foi bem recebida por representantes das centrais sindicais, que avaliam como positiva a possibilidade de manutenção dos vínculos empregatícios. Também consideraram que a MP estimula a negociação coletiva, uma vez que só poderá ser adotada em decisões coletivas dos trabalhadores.
De acordo com o governo, empresas e trabalhadores deverão fixar a decisão em aderir ao PPE por meio de acordo coletivo específico, no qual a empresa deverá comprovar sua situação de dificuldade econômico-financeira.
Mais cedo, o presidente da associação de montadoras de veículos, Anfavea, Luiz Moan, afirmou que o PPE vai dar "flexibilidade" para as empresas em um momento em que as vendas de veículos acumulam queda de 21 por cento no primeiro semestre, enquanto a produção recuou 18,5 por cento.

"É um instrumento adicional para trabalharmos de maneira mais tranquila para a proteção dos empregos. O risco de perda do emprego inibe o crescimento da economia", disse Moan, também presente à entrevista.
Fonte: Reuters

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Mais um: Senador declara apoio ao Piso Nacional dos Vigilantes


Em visita a Niterói, o Senador Paulo Paim (PT) declarou apoio ao Piso Nacional dos Vigilantes. Paim se encontrou com dirigentes sindicais na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói. O presidente do Sindicato, Adriano Linhares, participou do encontro onde foram apresentados ao senador os motivos da campanha pelo Piso Nacional e os sindicatos que apoiam a iniciativa no Rio de Janeiro. 

Participaram do encontro: Carlos Gil (SindVig Duque de Caxias), Cláudio Vigilante e outros diretores (SVNIT) e Adriano Linhares (SindVig Petrópolis) 

terça-feira, 23 de junho de 2015

Nota de Esclarecimento aos trabalhadores nas empresas de Transporte de Valores


O Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região vem informar aos trabalhadores de DTV, ATM, Carro Leva, Vigiulantes de Base e Tesouraria, que no dia 06 de junho de 2015 foi entregue no Sindicato Patronal a pauta de reivindicações dando início às negociações para a data base 2015/2016.

No entanto, até o dia de hoje, o Sindicato Patronal não agendou nenhuma rodada de negociações. O Sindicato tomou conhecimento que apenas três sindicato de trabalhadores haviam entregue suas pautas, faltando, no caso do Rio de Janeiro, apenas uma entidade.

A demora, no entendimento da direção do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis, deve se dá pela espera, pelo Patronal, da entrega da proposta faltante.

O Sindicato afirma, ainda, que preservará a data base e, caso não ocorra nenhuma resposta do patronal, tomará todas as providências cabíveis.

Adriano Linhares

Presidente