sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Festa de Natal do Sindicato recebe centenas de vigilantes com muita música, papai noel, brindes e diversão



 A festa de de fim de ano realizada pelo Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região foi, mais uma vez, um grande sucesso. Centenas de vigilantes e familiares desfrutaram de uma tarde inteira de festa com muita comida, churrasco, bebidas e música ao vivo. O sindicato ainda presenteou através de sorteio dezenas de brindes para os vigilantes entre eles televisões, bicicletas, aparelhos eletrônicos, cestas de natal, aparelhos de som, ferramentas e outros.
Claudio Vigilante, SVNIT, Adriano Linhares, presidente do
Sindicato, e José Boaventura, presidente da CNTV, e a
diretora Alessandra

A festividade teve a presença ainda do presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, do presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Secretário Geral da CNTV, Cláudio Vigilante, do presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias e diretor da CNTV, Carlos Gil, do presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), xxxxx, entre outros dirigentes sindicais de outras categoria.

A festa é feita para os vigilantes e seus familiares. Todo ano, a diretoria do sindicato se preparada para realizar uma festa ainda maior e melhor com todo carinho. Para facilitar a participação dos trabalhadores, o sindicato disponibilizou ônibus saindo de Teresópolis e Três Rios gratuitamente.

A criançada também foi presenteada com brinquedos entregues pelo próprio Papai Noel fazendo a alegria dos pequeninos.

Muito samba embalou a tarde de domingo que teve muita alegria e também prestação de contas do trabalho que vem sendo realizado pelo sindicato em prol da categoria. O SindVig Petrópolis se toronou uma referência no Estado no combate à precarização do trabalho e na defesa dos trabalhadores.

A atuação da diretoria de forma séria e responsável permite que a entidade devolve em brindes e com uma bela confraternização as contribuições dos associados. 

Imprensa SindVig Petrópolis
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Nilson Duarte, presidente da UGT-RJ


Carlos Gil, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias
José Boaventura, presidente da CNTV

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Durante Congresso Mundial, CNTV participa de debate contra o desrespeito aos trabalhadores

A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) marcou presença no IV Congresso Mundial da UNI Global Union, realizado entre os dias 7 e 10 de dezembro, na Cidade do Cabo, na África do Sul. O encontro mundial recebeu mais de 420 organizações sindicais de todo o mundo para dialogar sobre os problemas trabalhistas dos países.

A UNI, sindicato global que representa mais de 20 milhões de trabalhadores, na qual a CNTV é filiada, agrega os sindicatos do setor de serviços. Os dirigentes sindicais brasileiros formaram uma delegação significativa, representando os setores de segurança privada, limpeza, bancários, comunicação, gráficos e comerciários.

Representantes de sindicatos de vigilantes de todas as partes do mundo também participaram das atividades do IV Congresso, possibilitando, assim, a troca de
informações, experiências de luta e fortalecimento das alianças internacionais e solidariedade de classe entre as entidades. Vigilantes da América, Europa, Ásia, África e Oceania dialogaram em uma só língua: proteção, respeito e valorização.

O Congresso

No IV Congresso, a UNI e os sindicatos de vigilantes trabalharam para ampliar os acordos globais com as empresas do setor de segurança, como já fez com as
gigantes multinacionais G4S e Securitas. Os parâmetros para estabelecer os acordos têm como base a dignidade dos trabalhadores, melhores condições de trabalho, direito e
liberdade de organização dos trabalhadores em sindicatos e o direito à vida.

Um acordo global com a empresa espanhola Prosegur se tornou um dos desafios das entidades. Na Espanha, a companhia trata bem seus empregados, mas, na América
Latina, ataca violentamente os direitos humanos, o direito de organização sindical e a dignidade dos trabalhadores.

No Brasil, apenas os sindicatos que acatam os desmandos do patrão são bem vistos pela empresa. As entidades que enfrentam e combatem o descaso da Prosegur são coagidos
e se tornam vítimas de campanhas contra o Sindicato, como está acontecendo com os companheiros de Alagoas.

A atuação repressora da empresa se estende aos países vizinhos. No Paraguai, o direito universal de greve não é respeitado e os trabalhadores que aderem ao movimento
são demitidos. Na Colômbia, os sindicatos sofrem ameaças, os dirigentes sindicais são agredidos e a empresa paga propina ao trabalhador que se desfilia do sindicato.

No Peru, onde os vigilantes lutam inclusive pela faxina nos carros-fortes, as lideranças sindicais são atacadas e agredidas.

As entidades, sob a liderança da UNI Américas, se mobilizam contra os ataques da Prosegur e organizaram um abaixo-assinado para proteger os trabalhadores da
Colômbia e do Peru da truculência e violência dos gestores da empresa.

A CNTV foi representada pelo presidente da entidade, José Boaventura e pelo secretário de Relações Internacionais da CNTV, Adriano Linhares, que participaram das atividades do IV Congresso da UNI.


Fonte: CNTV

domingo, 14 de dezembro de 2014

É hoje a festa de confraternização dos vigilantes da Região Serrana


É hoje a grande festa de fim de ano do Sindicato. A partir de 12:00hs na Quadra da Sisep – antiga quadra da Caempe.

End: Rua Dr. Sá Earp, 70, Centro – Petrópolis/RJ

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

CNTV participa de Congresso Mundial na África do Sul e presidente do Sindicato de Petrópolis é um dos representantes da categoria


Começou neste domingo (7), o IV Congresso Mundial da UNI Global Union, o sindicato global que representa mais de 20 milhões de trabalhadores, na qual a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) é filiada. O evento, que este ano acontece na Cidade do Cabo, na África do Sul, reuni 420 organizações sindicais de todo o mundo e vai até quarta-feira (10). O tema geral deste ano é “Todos Incluídos”.

A realização deste congresso mundial permite uma discussão ampla sobre os problemas dos países e a adoção de ações sincronizadas de enfrentamento aos ataques aos direitos do trabalhador. Em parceria com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços Contracs), a CNTV contribuiu para a elaboração de um documento sobre as eleições no Brasil e os desafios dos trabalhadores.

A partir do tema geral, o encontro foi estruturado para desenvolver a discussão em torno de três eixos: todos incluídos para alcançar o desenvolvimento sindical; todos incluídos para recuperar nossas economias; e todos incluídos em um novo mundo do trabalho.

Para acompanhar as discussões do Congresso Mundial, a UNI disponibiliza a transmissão ao vivo no site www.uniworldcongress.org.

O presidente da CNTV, José Boaventura e o secretário de Relações Internacionais e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis, Adriano Linhares, participam das atividades do Congresso e representam a CNTV.

Conferência Mundial sobre a Mulher

Nos dias 4 e 5, foi realizada a Conferência Mundial sobre a Mulher, precedendo as atividades do Congresso Mundial. Centenas de pessoas se reuniram para debater sobre a luta por sociedades mais justas e igualitárias, independente da questão de gênero.

Entre os assuntos abordados nos dois dias de Conferência estão: diferença salarial entre homens e mulheres em todo o mundo, o acesso à saúde, violência doméstica e no local de trabalho.


Fonte: CNTV

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Mais uma triste notícia: Vigilante é baleado em tentativa de assalto na Zona Norte do Rio

Um vigilante foi baleado na cabeça, na manhã desta quarta-feira, depois de uma tentativa de assalto a um caminhão de eletrodomésticos, em Fazenda Botafogo, na Zona Norte do Rio. 

De acordo com informações da sala de operações do Batalhão de Policiamento de Vias Expressas (BPVE), ele e mais um colega faziam a escolta do veículo quando foram abordados por homens armados, nas proximidades da Rua do Canal - a via é um dos acessos para a Avenida Brasil


A vítima, ainda sem identificação, foi levada para o Hospital de Acari. Segundo a PM, o estado de saúde dele é grave.

Fonte: Jornal Extra

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Bandidos atacam carros-fortes e três vigilantes morrem, em Goiás

Três vigilantes morreram na tarde desta segunda-feira (1º) durante um ataque a carro-forte entre Morrinhos e Goiatuba, no sul de Goiás. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), aproximadamente 10 pessoas fortemente armadas bloquearam a rodovia com um caminhão, obrigando os veículos a parar. Houve ainda a tentativa de explodir um terceiro veículo, mas a detonação falhou.

Segundo informações de um homem que presenciou o assalto, mas preferiu não se identificar, houve troca de tiros no local. “Uns já chegaram atirando e os outros atravessaram [o caminhão na pista] para eles não voltarem para trás. Ficou todo mundo escondido lá atrás, porque já chegaram dando tiro”, disse. Ainda segundo o motorista
que presenciou o crime, o grupo conseguiu levar o dinheiro dos veículos. “Pelo tanto de vezes que eles foram e voltaram [aos veículos], eles conseguiram levar bastante [dinheiro]”, completou.

O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Goiânia e diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), Márcio José Brito, foi até o local e acompanhou todo o processo após a explosão em Morrinhos até o final da madrugada desta terça-feira (2).

“O Sindicato dos Vigilantes de Goiânia está ao lado das famílias das vítimas para garantir todo o apoio necessário neste momento difícil. Vamos cobrar para que a empresa ampare os familiares o que, até o momento, tem deixado a desejar”, afirmou.

O trecho da rodovia ficou interditado parcialmente por aproximadamente três horas. A perícia encontrou explosivos utilizados no ataque e para abrir os cofres dos veículos. Em sua página em uma rede social, o deputado distrital e diretor da CNTV, Chico Vigilante, lamentou a morte dos trabalhadores e fez um apelo às autoridades para que investiguem com afinco e prendam os responsáveis pelo crime.

“Lamento a morte destes três trabalhadores que, com certeza, deram a vida no exercício da profissão. Me solidarizo à família dos três companheiros que morreram e também aos que sobreviveram a este ataque covarde”,publicou.

“À grande ‘família vigilantes do Brasil’, que está de luto, a minha mensagem é de força e de fé para que, apesar dos riscos do dia-a-dia, continuarmos exercendo essa profissão de cabeça erguida e com dignidade”, finalizou.

Na falta de fiscalização, trabalhadores são penalizados

O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Alagoas e secretário de Transporte de Valores da CNTV, José Cícero Ferreira, apontou a falta de fiscalização como co-responsável pelos frequentes ataques a carro-forte. Segundo ele, as autoridades têm falhado em fornecer segurança aos cidadãos tanto nas cidades quanto nas estradas.

“Veja este caso: os bandidos circularam dentro da cidade com armamento pesado, com explosivos, e não tiveram que se explicar para ninguém. Não foram parados em blitz, passaram por postos de fiscalização na estrada e, ainda assim, não foram parados”, exemplificou.

“Nós, trabalhadores de transporte de valores, ficamos à mercê da porque não existe fiscalização. Fica, agora, a tristeza com a morte dos companheiros e mais um alerta para que as autoridades dê atenção ao que realmente importa”, lamentou.

Polícia localiza veículos e prende um dos criminosos envolvidos no ataque

A Polícia Civil encontrou dois veículos que foram usados no crime. Segundo a titular da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), Adriana Ribeiro, as buscas continuam na manhã desta terça-feira (2). A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também está ajudando nas buscas.

Nota do Sindicato

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região lamenta pelos familiares dos vigilantes envolvidos neste trágico assassinato. É assim que considerados o fato. Um assassinato a honra, à família, contra a vida, contra os sonhos. Uma verdadeira afronta à segurança pública dada a ousadia da bandidagem que ceifou vidas de homens trabalhadores, que como tantos outros vigilantes de carro-forte, deixam todos os dias suas casas e não sabem se voltam devido a falta de segurança e fiscalização. Desejamos que as famílias tenham força para se recompor e seguir a vida e que os companheiros não sejam apenas mais uma estatística para os órgãos de segurança do nosso país.

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região


Fonte: CNTV com informações

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Após forte mobilização dos Sindicatos e da CNTV, Vigilantes do Rio de Janeiro não pagam por certidões negativas

Cláudio Vigilante (SVNIT), Paulo Henrique (SVNIT), Carlos
Gil (Sind. Vig. Duque de Caxias) e Adriano Linhares (Sind. Petrópolis)
Os Sindicatos dos Vigilantes de Niterói, Petrópolis e de Duque de Caxias, com o apoio da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), estiveram buscando acabar com a cobrança das Certidões Criminais no RJ, que penalizava o vigilante com um custo de R$ 400, 00, além do pagamento da reciclagem.

Isto estava prejudicando muito os companheiros que estavam desempregados e buscavam voltar ao mercado de trabalho. Várias reuniões foram realizadas durante este ano; expedientes foram encaminhados para diversos setores, inclusive para o TJ/RJ; audiências foram marcadas na Assembleia legislativa do Rio de Janeiro com o Deputado Estadual GILBERTO PALMARES e o Diretor do Centro de Formação NCTC, que também estava buscando mecanismo para acabar com a cobrança e os valores absurdos das referidas taxas pelos cartórios. O deputado se comprometeu a ajudar a nossa categoria no RJ a acaba com essa cobrança absurda.

Toda esta mobilização foi para garantir o direito dos vigilantes de não pagar pelas certidões. Entendemos que precisamos cumprir a lei que determina que não podemos ter nenhum processo criminal para exercer a nossa profissão, mas o que não concordávamos é ter que pagar valores absurdos por ela.

O Jurídico da NCTEC, por meio da ABCFAV, entrou com uma Ação no Tribunal de Justiça e conseguiu reverter a situação, garantido ao trabalhador o direito à Gratuidade das Certidões Negativas do 1 ao 4º, 9º Oficio, mais Campos dos Goytacazes e Niterói, conforme estabelece a Alínea "b", inciso XXXIV, Artigo 5º da Constituição Federal.

Os Sindicatos do Rio de Janeiro, com o apoio da CNTV e a colaboração da equipe jurídica do NCTC, garantiram mais uma vitória em prol da nossa categoria.

Agora, para que o vigilante tenha acesso às certidões, basta ir à Central de Certidões do município e alegar Constituição Federal Artigo 5º, inciso XXXIV, na alínea “b”: são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas, a obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. que os documentos são necessários para fins de trabalho, preencher um formulário e apresentar 4 vias da Carteira de identidade e do CPF.

Para o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Secretário Geral da CNTV, Cláudio José, essa é uma grande vitória, pois a decisão da corregedoria impacta cerca de 45 mil vigilantes do Estado que reconquistaram um direito tirado pelos donos de cartórios.

“Parabenizo a todos os envolvidos nesta conquista, a essa união dos Sindicatos de Vigilantes de Niterói e regiões, Petrópolis e regiões, de Duque de Caxias, da CNTV, do Curso de formação NCTC e da ABCFAV, mostraram que, quando nos unimos pelo bem da categoria conquistas acontecem”, concluiu Cláudio.


Fonte: CNTV



Fonte: CNTV

Luta contra caloteiros é dos vigilantes e de todos os terceirizados


É urgente a necessidade de aprovar medidas anticalote. A avaliação é do Deputado Distrital e diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), Chico Vigilante
(PT-DF), da Deputada Federal Erika Kokay (PT-DF) e do Deputado Federal Nelson Pelegrino (PT-BA).

Ambos debateram o tema na 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes. O evento ocorreu na quinta e sexta-feira (20 e 21), em Brasília, e reuniu vigilantes e lideranças sindicais de todo o país.

Mais uma vez, vigilantes foram convocados a buscar apoio de vereadores, deputados e senadores eleitos em sua região para a apresentação de um Projeto de Lei (PL) que garanta aos trabalhadores terceirizados o recebimento das verbas rescisórias caso a empresa feche as portas. Direitos como parcelas relativas à 13º salário, férias com 1/3, multa do FGTS (40%) e encargos sobre férias e 13º seriam depositados em conta bloqueada, garantindo que tudo seja devidamente quitado ao fim do contrato. Leis neste sentido já estão em vigor no Distrito Federal (DF) e na Bahia. Além disso, há a Instrução Normativa (IN) nº 3, de junho de 2014, que altera a IN nº 2, de 2008, estipulando que, já no edital, deverá constar a documentação de autorização para criação da conta bloqueada para depósito das verbas. A IN é válida para todos os terceirizados que prestam serviços a órgãos do governo federal.

Para aqueles que prestam serviço a órgãos do judiciário há a Resolução nº 183, de outubro de 2013, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O documento altera a publicação de janeiro do mesmo ano (nº169) e determina que “as rubricas de encargos trabalhistas (...) sejam deduzidas do pagamento do valor mensal devido às empresas contratadas para prestação de serviços, com previsão de mão de obra residente nas dependências de órgão jurisdicionado ao CNJ, e depositadas exclusivamente em banco público oficial”.
 
“Temos desafiado os vigilantes e sindicatos a levar o texto do PL, apresentado por mim na Câmara Legislativa do DF, aos seus Estados e Municípios. Este é um passo importante na luta pela garantia dos direitos dos trabalhadores”, avaliou Chico.

Para a deputada Federal Erika Kokay, problemas com o calote estão diretamente relacionados à terceirização desregrada. Segundo ela, o Projeto de Lei (PL) 4330/2004, de autoria do deputado Federal Sandro Mabel (PMDB-GO), promete piorar ainda mais a realidade vivida atualmente pelos terceirizados. “É um golpe muito grande contra os trabalhadores”, avaliou.

A nova formação do Congresso Nacional é um dos fatores que devem ser levados em consideração na luta contra o calote. “Tínhamos 84 deputados sindicalistas. Hoje são pouco mais de 40, contra mais de 200 ruralistas. Mais da metade da Câmara dos Deputados é de empresários. Os trabalhadores precisam se unir para garantir os direitos já conquistados e avançar ainda mais em suas pautas”, alertou.

Entre os PLs apensados ao 4330/2004 está o PL 6975/2006, de autoria do Deputado Federal Nelson Pelegrino. O texto, segundo o deputado, obriga as empresas prestadoras de serviços a manter conta bancária vinculada a cada contrato de prestação de serviços, com o fim específico de formar provisão para o pagamento de obrigações trabalhistas relativas a seus empregados.

“Estamos precisando de parlamentares que enfrentem os patrões, que militem e assumam o compromisso com a classe trabalhadora, para acabar de uma vez por todas com o calote. Não estamos pedindo favor nenhum! Queremos os direitos dos trabalhadores garantidos”, conclui Chico.


Fonte: CNTV

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Dieese aponta que vigilantes conquistaram reajustes reais nos salários nos últimos 10 anos

Tiago Oliveira - Técnico do Dieese
O Dieese levou aos conferencistas vigilantes da 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes dados sobre a economia do país e números das últimas campanhas salariais. O técnico Tiago Oliveira apresentou comparativos sobre o crescimento da economia e os ganhos da categoria nos anos 2000.

Entre 2004 e 2008, o cenário externo bastante favorável, em um primeiro momento, e medidas de fortalecimento do mercado interno de consumo, adotadas posteriormente, em especial a valorização do salário mínimo e a expansão dos programas sociais favoreceram uma aceleração expressiva do crescimento do PIB brasileiro, que atingiu, no período, uma taxa média de 4,8%. A título de comparação, entre 1998 a 2003, a economia brasileira cresceu, em média, apenas 1,6%, enquanto que, no triênio 1995-1997, primeiros anos após a implementação do Plano Real, o crescimento médio do PIB foi de 3,3%.

“De 2004 pra cá tivemos uma disparidade muito grande e isso tudo tem a ver com a conjuntura econômica. Foi nesse período que o poder de compra dos trabalhadores aumentou e também as negociações coletivas tiveram ganhos reais acima da inflação. Nos últimos 10 anos, os vigilantes de todos os estados obtiveram ganhos reais de salários, alguns com ganhos expressivos, que significou um grande saldo positivo. Hoje, Brasília tem o maior piso da categoria e Alagoas o menor”, disse Tiago Oliveira.

No entanto, em 200, os impactos da crise da economia internacional alteraram decisivamente para uma contração na economia brasileira. Porém, uma adoção de medidas do governo brasileiro garantiu a manutenção dos empregos e uma recuperação do PIB em 2010, apresentando um crescimento de 7,5%.

Diretores do Sindicato de Petrópolis participaram da Conferência
Sobre os salários, no primeiro semestre de 2014, 93,2% das categorias que passaram por processos de negociação coletiva conquistaram reajustes reais de salários. Este foi um dos melhores resultados dos últimos sete anos.

O constante processo de valorização dos pisos salariais dos vigilantes patrimoniais provocou uma diminuição da amplitude salarial observada entre os Estados. Em 2004, a diferença entre o maior e menor piso era de aproximadamente 2,7 vezes, ao passo que, em 2014, tal diferença se reduziu para cerca de duas vezes.

Entre 2013 e 2014, todos os casos analisados registraram ganhos reais de salário, com a única exceção de São Paulo. Nesse sentido, os maiores destaques ficaram por conta dos estados de Tocantins (4,93%), Alagoas (4,21%), Rio Grande do Sul (3,11%), Mato Grosso do Sul (2,48%) e Rio de Janeiro (2,48%).

No entanto, o cenário para o futuro não se mostra tão promissor. Baixas taxas de crescimento, inflação perto limite da meta e outras conjecturas podem influenciar nas negociações coletivas.


“Em 2015, a necessidade de que os avanços obtidos nos últimos anos continuem, provavelmente colidirá com um cenário econômico mais adverso, o que exigirá das entidades sindicais um melhor planejamento e, especialmente, maior capacidade de mobilização dos trabalhadores, sob pena dos resultados positivos dos últimos anos não se repetirem”, afirma Tiago. 

Willian Chaves - wmcnoticias@gmail.com

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Abertura da 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes, em Brasília, debateu a conjuntura política e econômica nacional


Acontece em Brasília a 12º Conferência Nacional dos Vigilantes organizada pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) com a participação de Federações e Sindicatos filiados de todo país. A abertura dos trabalhos ficou por conta do presidente da CNTV, José Boaventura Santos. Na mesa, ainda, Cláudio Vigilante, presidente do Sindicato de Niterói e Secretário Geral da CNTV, Jacy Afonso, bancário representando a CUT Nacional, e Rodrigo Brito, da CUT-Distrito Federal, e a vigilante Gleide, diretora do Sindicato de Niterói representando as mulheres vigilantes.

O primeiro tema de trabalho foi uma análise da classe trabalhadora e do movimento sindical numa conjuntura nacional e internacional. O deputado distrital, Chico Vigilante (PT), lembrou as eleições deste ano e ressaltou a perda de espaço dos trabalhadores no Congresso Nacional.

“A direita deixou de ter medo e vergonha de dizer que é direita. Veja o resultado das eleições para parlamentares esse ano. Os trabalhadores perderam muita representatividade no Congresso Nacional. Na verdade nós estamos caminhando em passos largos para uma das maiores crises institucionais da nossa história. Um quadro nunca visto antes mesmo com a Ditadura Militar, com morte de Vargas. Todas as instituições estão contaminadas. Nós precisamos atentar para esse momento”, disse o deputado.

Auditório lotado com vigilantes de todo país
Chico ainda lembrou das dificuldades que poderão surgir em 2015 para os vigilantes.

“No próximo ano talvez nós vigilantes tenhamos que pagar um alto preço. Nos acostumados a fazer nossa campanha salarial achando que fizemos uma boa campanha apenas com bons índices. O que tem desenhado para 2015 por conta da crise internacional e do Brasil é arrocho. Os governos vão fazer ajustes. Teremos desemprego. As nossas instituições estão paralisadas. Nós temos que avaliar como nos situamos nesse cenário, como podemos transformar essa realidade. Talvez tenhamos que fazer como na década de 1980 com a volta da participação dos trabalhadores na vida política do país coisa que desaprendemos”, Chico Vigilante.

O companheiro Jacy Afonso, Secretário de Organização da CUT, destacou a importância de uma mobilização forte e ressaltou a parceria entre a CNTV e a Contraf-Cut.

“Nós bancários somos a única categoria que possui uma convenção coletiva nacional e espero que os vigilantes sejam a segunda categoria. É importante essa aliança da CNTV com a Contraf. A luta nossa contra o PL 4330 significa que não estamos lutando contra o companheiro terceirizado. Nós lutamos contra esse modelo de precarização do trabalho. Esse é um movimento do trabalhador. Nós temos hoje no congresso 28 partidos. Será que existe tanta ideologia para justiçar essa quantidade? Existem hoje nove centrais sindicais e muitas delas surgiram para atender a outros interesses. Essa divisão enfraquece a classe trabalhadora. Quero pedir licença para vestir a camisa da campanha pelo piso nacional dos vigilantes para demonstrar a nossa união. Temos que caminhar juntos para lutar contra o patrão. A simbologia desse momento é a unidade nacional para lutar pelo piso nacional”, destacou Jacy.

Ainda sobre a conjuntura nacional, Rodrigo Brito, lembrou as lutas de classes e a disputa de projetos que está em pauta no Brasil.


“Elegemos esse ano o Congresso Nacional mais conservador dos últimos tempos. Sabemos que esse período vai ser pesado. Precisamos ser uma unidade, resgatando os nossos princípios que alimentaram nossas entidades, só assim que todos vão compreender o porquê de participar da luta coletiva. Temos que potencializar a nossa comunicação, a nossa formação para discutir e respirar fazendo política e fortalecer o nosso trabalho de base. Temos que ir pra rua defender o projeto que acreditamos, defender a categoria que representamos.

Imprensa Sindical RJ - wmcnoticias@gmail.com - Jornalista Willian Chaves

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Ministro do Trabalho, Manoel Dias, declara apoio ao Piso Nacional dos Vigilantes


A campanha pelo Piso Nacional dos Vigilantes cresce e ganha novos apoiadores a cada dia. Nesta terça-feira (18), dirigentes da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) foram recebidos pelo Ministro do Trabalho e Emprego (MTE) em Brasília para uma apresentação da campanha e das justificativas que a categoria defende para ter um piso unificado. O Ministro Manoel Dias (PDT) se tornou mais um apoiador do movimento.

A CNTV juntamente com o sindicatos filiados amplia a campanha em todo país. O piso nacional dos vigilantes é uma iniciativa da Confederação que vem ganhando adeptos em todos os seguimentos. Os empresários já sinalizaram para uma possível negociação a nível nacional ficando a ser discutido os valores. 

Os dirigentes da CNTV lutam por um piso de R$ 3.000 para os vigilantes. Aprovado no Congresso Nacional de Vigilantes, em 2013, o salário foi estipulado com base em informações sobre salário mínimo fornecidas pelo Dieese. O valor ainda teria um acréscimo pelo desgaste físico e mental decorrente da relação com clientes, funcionários, e do risco de violência a que os trabalhadores estão sujeitos.

Representando os vigilantes do Estado do Rio de Janeiro participaram da reunião com o Ministro do Trabalho: o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região (SVNIT) e Secretário Geral da CNTV, Cláudio Vigilante, e o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região e Diretor de Relações Internacionais da CNTV, Adriano Linhares.

Imprensa Sindical RJ - wmcnoticias@gmail.com

Vigilantes do Brasil se reúnem nesta semana para a 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes

Está quase tudo pronto para a 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes. Nesta quinta e sexta-feira (20 e 21), vigilantes de todas as partes do Brasil se reúnem em Brasília para avaliar as negociações realizadas em 2014, analisar os cenários socioeconômicos e políticos nacional e internacional, além de definir as estratégias para as negociações de 2015.

Na sexta-feira (21), segundo dia da 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes, os participantes do evento realizarão um ato político no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em favor da Campanha. Esta é mais uma ação da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) para divulgar e garantir apoio à agenda.

Segundo o secretário Geral da CNTV, Cláudio José, a CNTV tem buscado melhorias ao longo de seus 22 anos de existência. “Em todo o tempo mostramos que a categoria tem objetivos. Agora, vamos levar para a sociedade e autoridades tudo o que temos debatido e o principal: que precisamos ser respeitados”, afirmou.

“Não é justo que vigilantes com a mesma formação recebam salários desiguais nas diferentes regiões do Brasil. Por isso, junto com vigilantes de todos os Estados, vamos realizar este ato político mostrando que está na hora de termos um piso nacional unificado”, avaliou Cláudio José.

A 12ª Conferência será no salão de eventos do Brasília Imperial Hotel (Setor Hoteleiro Sul Quadra 03, Bloco H) e terá como primeira atividade a análise sobre a conjuntura nacional e internacional, seguida pela retrospectiva das negociações coletivas realizadas no decorrer de 2014, com projeção para as estratégias e objetivos das negociações do próximo ano. Após o coffee break, os participantes debaterão sobre a aposentadoria especial, na mesa “O Direito dos Vigilantes”.

O debate sobre a legislação anticalote e sua importância para os vigilantes ocorrerá às 14h30. Será o momento de entender minuciosamente o assunto e reforçar a luta para que os trabalhadores sejam resguardados caso a empresa não pague seus direitos. Também está prevista a elaboração de uma Carta-Compromisso acerca da negociação salarial de 2015. Nela, constarão todas as deliberações acordadas no evento, com a participação da categoria.

Para o secretário de Relações Intersindicais da CNTV e diretor da CUT, Roberto Miguel, a realização da 12ª Conferência ocorre em um momento importante para o trabalhador brasileiro, considerando que a reeleição da presidenta Dilma fortalece ainda mais a luta dos vigilantes.

De acordo com o secretário, os vigilantes estarão mais fortes para o embate das datas-bases de 2015. “Continuaremos a lutar pelo Piso Nacional e o ato do dia 21, no MTE, será importante para reafirmar a CNTV como legítima representante dos vigilantes do Brasil, política e legalmente”, afirma.


Fonte: CNTV

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Na base e articulação com os deputados, a campanha avança


Vigilantes precisam de remuneração melhor e merecem reconhecimento pelo trabalho que desempenham. Este é o entendimento tanto dos companheiros das bases quanto de parlamentares, que vem engrossando o coro daqueles que estão engajados na luta pelo Piso Nacional de R$ 3 mil.

Na semana passada, vigilantes das cidades baianas de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e Formosa do Rio Preto receberam visitas dos diretores do Sindicato dos Vigilantes da Bahia (Sindvigilantes/BA) Dejanilton Pereira da Silva, Mário César e Luciano Barbosa para esclarecer dúvidas referentes às atividades e levar informações sobre a Campanha pelo Piso Nacional de R$ 3 mil. Lá, assim como em todo o país, os companheiros já manifestaram apoio e estão engajados na luta.

Ao mesmo tempo, o diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e presidente da Fevig, Moisés Alves da Consolação; a secretária de Assuntos de Mulheres da CNTV, Elenilde Ilorca; o secretário de Relações Internacionais da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis, Adriano Linhares, o diretor da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias, Carlos Gil; e o secretário da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, Cláudio José, se reuniram com o deputado Federal Luiz Sérgio (PT-RJ). No encontro, o parlamentar deu seu apoio e já se comprometeu a lutar junto com os vigilantes para garantir mais esta vitória para a categoria.


Fonte: CNTV

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

12ª Conferência Nacional dos Vigilantes: ato político no MTE está marcado para dia 21

Vigilantes de todo o país estão firmes na luta pelo Piso Nacional de R$ 3 mil. Na sexta-feira (21), segundo dia da 12a Conferência Nacional dos Vigilantes, os participantes do evento realizarão um ato político no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em favor da Campanha. Esta é mais uma ação da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) para divulgar e garantir apoio à agenda.

A 12a Conferência será realizada nos dias 20 e 21 de novembro no salão de eventos do Brasília Imperial Hotel (Setor Hoteleiro Sul Quadra 03, Bloco H) e tem como finalidade avaliar as negociações realizadas em 2014, analisar os cenários socioeconômicos e políticos nacional e internacional, além de definir as estratégias para as negociações de 2015.

A primeira atividade da Conferência será a análise sobre a conjuntura nacional e internacional, seguida pela retrospectiva das negociações coletivas realizadas
no decorrer de 2014, com projeção para as estratégias e objetivos das negociações do próximo ano. Após o coffee break, os participantes debaterão sobre a aposentadoria
especial, na mesa O Direito dos Vigilantes.

O debate sobre a legislação anticalote e sua importância para os vigilantes ocorrerá às 14h30. Será o momento de entender minuciosamente o assunto e reforçar a luta para que os trabalhadores sejam resguardados caso a empresa não pague seus direitos.

Também está prevista a elaboração de uma Carta-Compromisso acerca da negociação salarial de 2015. Nela, constarão todas as deliberações acordadas no evento, com a participação da categoria.

Para o secretário de Relações Intersindicais da CNTV e diretor da CUT, Roberto Miguel, a realização da 12a Conferência ocorre em um momento importante para
o trabalhador brasileiro, considerando que a reeleição da presidenta Dilma fortalece ainda mais a luta dos vigilantes.

De acordo com o secretário, os vigilantes estarão mais fortes para o embate das datas-bases de 2015.

“Continuaremos a lutar pelo Piso Nacional e o ato do dia 22, no MTE, será importante para reafirmar a CNTV como legítima representante dos vigilantes do Brasil, política e legalmente”, afirma.


Fonte: CNTV

STF muda regra para cobrança de FGTS não pago e diminui prazo para cobrança na Justiça

Regra atual permitia requisitar benefício não depositado até 30 anos depois. Decisão vale para ações referentes a depósitos feitos a partir desta quinta.

O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quinta-feira (13) que um trabalhador poderá requerer na Justiça até cinco anos depois os valores do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) que não tenham sido depositados pelo empregador. Pela regra atual, esse prazo é de 30 anos.

A nova regra valerá somente para ações referentes aos depósitos efetuados a partir desta quinta-feira em contas do FGTS. Para ações que já estão em andamento, permanece o prazo de 30 anos.

A decisão foi proferida num caso individual, em ação de uma funcionária do Banco do Brasil que reclamava de valores não depositados em sua conta no FGTS.

Por ter a chamada "repercussão geral", a decisão deverá ser seguida pelos demais tribunais onde tramitam ações semelhantes que estavam paradas à espera de uma manifestação do STF.

Em seu voto, o ministro Gilmar Mendes, relator da ação, argumentou que o FGTS é um “crédito resultante da relação de trabalho” e está previsto na Constituição como um direito trabalhista que, assim como os demais, tem prazo de reivindicação de cinco anos anteriores ao fim do contrato.

Ele foi seguido por outros sete ministros da Corte. Discordaram somente os ministros Teori Zavascki e Rosa Weber, que votaram pela manutenção da regra dos 30 anos. A maioria dos ministros, porém, considerou que o prazo de 30 anos é "dilatado" e prejudica a "estabilidade jurídica".

A reivindicação pelo prazo de cinco anos anteriores ao fim do emprego já é válida para outros benefícios não pagos, tais como horas-extras. Foi considerada inconstitucional regra da lei que mudou o FGTS, de 1990, que estabelecia o prazo de 30 anos.


Fica mantida a regra que determina que, a partir da demissão, o trabalhador tem somente dois anos para ingressar com a ação na Justiça. Em qualquer caso, o tempo que ele demorar para ajuizar uma ação será descontado do tempo do benefício requerido. Assim, se demorar um ano para apresentar a ação, perderá um ano do benefício a que tinha direito.

Fonte: G1