segunda-feira, 25 de abril de 2016

Com participação do Sindicato, UGT realiza seminário sobre os trabalhadores e a crise em São Paulo


A crise econômica e política que o Brasil vem enfrentando nos dias atuais tem refletido diretamente no trabalhador. Diminuição de investimentos, demissões de funcionários, impostos mais caros, inflação em alta são apenas alguns problemas enfrentados pela classe atualmente. Como lidar com esse momento? O que fazer para enfrentar a crise? Pensando no trabalhador, a União Geral dos Trabalhadores (UGT), em parceria com o Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), realiza o Seminário Trabalhadores e Trabalhadoras em Tempos de Crise: Construindo Alternativas, que acontece dias 25 e 26 de abril, em São Paulo, como parte da programação do Dia Internacional do Trabalho, 1º de Maio. Também como parte das festividades será realizada a exposição fotográfica “Os Trabalhadores e os 100 Anos do Samba”, que ficará em cartaz na Avenida Paulista, um dos principais cartões postais da cidade de São Paulo.

O Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região participa do Seminário representado pelos diretores Adriano Linhares (presidente) e Luiz Calsavara. 

A UGT pretende com o seminário fazer um convite à reflexão sobre o momento que o Brasil vem passando, fazendo com que o trabalhador analise o seu papel nessa conjuntura. “Ao contrário de outras centrais sindicais, nós iremos focar na crise social, política e econômica e situar o trabalhador nesse meio. Nossa pauta de discussões incluirá três momentos que o país vem vivenciando: crise política e econômica; centenário do samba; e as Olimpíadas Rio 2016, temas que estão relacionados diretamente ao problema do emprego e das condições de trabalho. Será bem interesse e contamos com a participação de todos os trabalhadores”, diz Ricardo Patah, presidente da União geral dos Trabalhadores (UGT).


Programação

Os temas que serão discutidos no Seminário já estão definidos. No primeiro dia, 25 de abril, a primeira mesa do dia será sobre Crise Política e Econômica Brasileira e o Cenário Internacional – Diagnóstico da crise política e econômica: Quais as bases de um projeto de desenvolvimento inclusivo e sustentável, com Luiz Gonzaga Belluzzo, economista e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Faculdade de Campinas (Facamp); Waldir José de Quadros, economista e professor da Facamp; Luiz Alberto de Souza Aranha Machado, vice-diretor e professor, da Fundação Armando Álvares Penteado; e Alberto Aggio, historiador e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). A segunda mesa do dia, às 14h30, terá como tema Trabalho e Esporte: os impactos das Olimpíadas, com o jornalista Juca Kfouri e Marcelo W. Proni, professor da Unicamp. A terceira mesa, que acontece às 16h30, será sobre Trabalho e Cultura: Centenário do Samba – Letras que cantam a luta dos trabalhadores, com Valéria Lima Guimarães, historiadora e professora.

No segundo dia, às 8h30, na primeira mesa do dia será debatido Desemprego, Trabalho Escravo, Direitos Trabalhistas, Previdência, Crise e Futuro do Sindicalismo, com Anselmo Luis dos Santos, José Dari Krein e Armando Boito, todos professores da Unicamp; Lena Lavinas, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e João Carlos Teixeira, procurador e coordenador da Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical (Conalis).

Fonte: UGT

terça-feira, 19 de abril de 2016

Superintendente do Trabalho no Rio recebe dirigentes sindicais de Petrópolis


Nesta terça-feira (19), o Superintendente Regional do Trabalho no Rio de Janeiro, Robson Leite, recebeu uma comitiva do Movimento Sindical de Petrópolis onde foram apresentados várias denúncias sobre irregularidades cometidas por empregadores. O Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região foi representado pelo diretor Luiz Calsavara.

Calsavara apresentou ao Superintendente uma lista de empresas que estão constantemente descumprimento a CLT com atrasos de salários, tíquetes alimentação, 13º salário fora do prazo e também aquelas empresas que estão empregando vigilantes horistas, descumprindo a Convenção Coletiva.

Segundo Calsavara, o representante do Ministério do Trabalho e Emprego, Robson Leite, garantiu investigar todas as denúncias e tomar providências contra os infratores. O Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis tem diversas denúncias protocoladas na Delegacia Regional de Petrópolis sobre as irregularidades cometidas pelas empresas de segurança.

Imprensa SindVigPetrópolis

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Vigilantes da Caixa terão assentos nas agências

A pedido dos Sindicatos dos Vigilantes de Petrópolis e região, Niterói e região e Duque de Caxias a Caixa Econômica Federal informou que vai iniciar a implantação do assento para os vigilantes nas agências a partir do mês de maio. A notícia foi comunicada pelo Gerente de Segurança da CEF no Rio de Janeiro – GISEG, José Guilherme Nóbrega de Almeida, em reunião com os presidentes dos Sindicatos na manhã desta quinta-feira (14/04).

Inicialmente serão contempladas as agências de Niterói e São Gonçalo e, em seguida, Petrópolis, Três Rios, Teresópolis e Duque de Caxias. O assento é uma reivindicação antiga dos vigilantes que reclamavam de dores por ficarem em pé por muitas horas.

“Foi uma conquista muito importante. Nós levamos a reivindicação dos trabalhadores para as reuniões da CCASP em Brasília e com isso sensibilizamos a Caixa Econômica para atender nosso pedido. O assento vai possibilitar que os vigilantes se revezem nas agências após longo período em pé. Os Sindicatos de Niterói, Caxias e Petrópolis trabalham unidos em prol da categoria. O Guilherme também já nos adiantou que vai estender a medida para todo o Estado do Rio. Mais vigilantes serão beneficiados”, avalia Cláudio José, presidente do SVNIT.

A medida atende também à regulamentação da NR-17 que visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados também ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.

“Os municípios abrangidos pelos Sindicatos de Petrópolis, Caixas e Niterói serão os primeiros a serem beneficiados com a implantação dos assentos nas agências. Isso é o resultado do trabalho sério que realizamos junto com a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV). Agora, vamos levar essa reivindicação para os demais bancos”, acrescenta Adriano Linhares, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis.

A Gerência de Segurança da Caixa no Rio de Janeiro tem sido parceira dos Sindicatos nas questões que melhoram as condições de trabalho para os vigilantes e, consequentemente, a qualidade do serviço prestado.


“Esse diálogo aberto com GISEG da Caixa nos permite melhorar ainda mais as condições de trabalho para os vigilantes. Hoje, conseguimos atender a uma reivindicação antiga dos trabalhadores. Esse é o papel do sindicato”, afirma Carlos Gil, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias.



Willian Chaves
WMC Comunicação

terça-feira, 12 de abril de 2016

Cerco está fechando: PF combate empresas clandestinas


Coletes não balísticos apropriados ao acondicionamento de armas de fogo, rádios transmissores, distintivos e camisetas de identificação de empresas que não teriam autorização para fazer a segurança de empreendimentos privados foram apreendidos, ontem, por agentes da Polícia Federal (PF), em Maceió e Arapiraca. Há suspeitas de que os negócios tenham como responsáveis indiretos agentes da Segurança Pública estadual.

O confisco do material e a notificação das empresas, que receberam prazo de dez dias úteis para contestar o flagrante de ilegalidade e comprovar legalidade, resultam da primeira fase da Operação Securitas (alusão à deusa da segurança e da estabilidade), deflagrada na última terça-feira, 5, com objetivo de combater o exercício ilegal da segurança particular nos municípios de Alagoas.

“Não vamos tolerar o exercício ilegal da segurança privada de jeito nenhum. São muitas as denúncias de clandestinidade na prestação desse serviço. Estamos investigando a atuação dos que insistem no exercício ilegal dessa atividade, na capital e no interior”, avisou, em entrevista coletiva na sede da PF, no bairro de Jaraguá, o delegado André Costa, titular da Delegacia de Controle da Segurança Privada.

EXPLICAÇÕES

Das oito empresas denunciadas à Polícia Federal em Alagoas, houve comprovação de ilegalidades em três delas: Apoio Security, do bairro de Mangabeiras, em Maceió, Sistema Alvo e Delta Segurança, ambas situadas em Arapiraca, na região metropolitana do Agreste. 

Os donos das empresas têm até dez dias para comprovar se têm ou não autorização para funcionar.

“Num condomínio (Aroeira) de Arapiraca, por exemplo, flagramos dois vigilantes exercendo ilegalmente a atividade. Eles foram presos e responderão pelo trabalho irregular”, disse o delegado André Costa, segundo o qual os síndicos do residencial receberam notificação para comparecer à PF e explicar por que razão contrataram serviço clandestino.

Os vigilantes flagrados no exercício ilegal da profissão tiveram equipamentos de trabalho confiscados. A maioria dos produtos apreendidos pertence à empresa Delta Segurança, ou Delta Limpeza. Tudo foi apresentado à imprensa, na tarde de ontem, na sede da Polícia Federal, em Maceió.

Fonte: Gazeta de Alagoas

segunda-feira, 11 de abril de 2016

CNTV participa de reunião sobre terceirização no MTE

A possibilidade de estender a terceirização para qualquer atividade das empresas, prevista no Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 30/2015, e o impacto disso para os trabalhadores foram debatidos nesta quarta-feira (9), com o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto. A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) foi representada pelos diretores Moisés Alves da Consolação e Elenilde Ilorca. Também participaram representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT), do Dieese e de entidades sindicais.

As maiores conquistas dos vigilantes se deram nos governos petistas

Eu e a maioria dos vigilantes da velha guarda apoiamos Lula e o Partido dos Trabalhadores. Por quê? Porque crescemos juntos na luta por melhores direitos para os trabalhadores brasileiros.

Em 1979, quando nós, vigilantes, fizemos a primeira greve em Brasília, o Lula veio de São Bernardo do Campo apoiar. Naquele tempo era difícil ter alguém disposto a apoiar trabalhadores. Ainda vivíamos sob a égide da ditadura militar.

Depois disso, ele nunca se distanciou da gente. Sempre nos apoiou e em seu governo os vigilantes tiveram avanços extraordinários.

O colete a prova de balas como equipamento obrigatório individual foi um destes avanços, garantidos quando o sindicalista Ricardo Berzoini era Ministro do Trabalho, do governo Lula.

Isso foi um grande passo para a segurança da categoria, garantia que nem a polícia tem. Na Polícia Militar e na Polícia Civil os policiais chegam à delegacia, tem um monte de coletes lá numa pilha e o policial pega qualquer um se quiser usar. No caso dos vigilantes, cada um tem o seu próprio e pode pessoalmente garantir sua manutenção.

Outra conquista importante na vida profissional do vigilante, conseguida após 17 anos de luta nossa junto à categoria, ao Congresso Nacional e ao Executivo, foi a questão do Risco de Vida que tramitou e foi vitoriosa também durante os governos Lula e Dilma.

Um passo decisivo em defesa dos vigilantes foi dado logo no início do primeiro governo Lula. Ele barrou vários projetos draconianos no Congresso, a exemplo do que determinava que o negociado devia prevalecer sobre o legislado, acabava com férias, acabava com o décimo terceiro salário, dentre outras vantagens.

Lula mandou retirar um projeto encaminhado anteriormente por FHC, que já havia tramitado na Câmara e estava pronto no Senado para ir à votação.

É fácil verificar o quanto a situação do vigilante melhorou durante os governos Lula e Dilma. Quantos vigilantes que não tinham dinheiro nem para comprar uma bicicleta e hoje tem casa, tem carro, tudo conquistado com a política de valorização do salário mínimo e as conquistas específicas alcançadas na nossa luta pela categoria.

Vivemos hoje um momento de dificuldade econômica, onde o mundo todo está em crise. Na Espanha, um terço dos trabalhadores está desempregado, na Itália quase 50% deles está sem emprego e aqui no Brasil também está tendo desemprego.

Diante de tudo isso, no entanto, o que é importante ter em mente? Que toda essa valorização da profissão do vigilante que aconteceu nos governos Lula e Dilma pode cair por terra se a direita voltar ao poder.

Quem fica criticando o apoio ao Lula neste momento é porque certamente não é trabalhador consciente, são aqueles que estão a serviço dos exploradores e da elite deste país.

É importante neste momento que os vigilantes entendam o histórico da tramitação dos projetos de interesse da categoria no Congresso Nacional e participem dos próximos passos de nossa luta.

Como havia mais de 100 projetos tratando da questão da segurança privada no Congresso, negociamos em vários encontros com deputados e senadores a formação de uma comissão especial na Câmara para unificá-los no projeto do Estatuto da Segurança Privada.

Como o piso salarial ficou fora desta proposta, após ouvir nossas sugestões, o senador Paulo Paim elaborou um projeto, instituindo o piso salarial do vigilante de R$3 mil.

Temos atualmente dois projetos fundamentais a serem acompanhados no Congresso Nacional:

1- Projeto de criação do Estatuto da Segurança Privada, em tramitação na Câmara Federal;

A aprovação do Estatuto é fundamental porque com ele vamos colocar três milhões de vigilantes que estão ilegais, na legalidade, fortalecendo a categoria.

2- Projeto de instituição do Piso Salarial de R$3 mil, em tramitação no Senado Federal.

Convido os vigilantes de todo o país para debater sobre o projeto de criação do Piso Salarial, em Audiência Pública, a ser realizada dia 9 de maio, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

Para que este projeto seja aprovado necessitamos da união e do apoio de todos os vigilantes. Alguns acham que estamos pedindo muito, mas eu não acho R$ 3 mil muito para trabalhadores que colocam em risco diariamente suas vidas para garantir a propriedade alheia.

Se algum vigilante acha que R$ 3 mil é muito é porque ele não se valoriza. Eu acho que seu trabalho vale mais, muito mais.

Quero alertar a todos que a aprovação do Piso não depende só dos sindicatos, dos dirigentes sindicais, mas também das bases.

O que é um sindicato? Não são as paredes do prédio, os móveis, o sindicato é a massa trabalhadora unida.

Quero fazer aqui um chamamento aos trabalhadores vigilantes do Brasil inteiro para se unificarem como fizemos anteriormente na luta pelo Risco de Vida.

Vejo muitos vigilantes ficarem no whatsapp criticando os dirigentes sindicais mas não se integram na luta. Lanço aqui um desafio: quero todos os vigilantes unidos, discutindo o piso nacional e transformando este um assunto em pauta. Nós só vamos conquistar o piso nacional com muita luta, muita batalha e muita determinação.

Chamo a atenção dos vigilantes porque tem entre eles os que criticam Dilma. Estou convencido de que só fazem isso porque não entendem efetivamente o que representa para a categoria as consequências nefastas de um governo de direita no Brasil.

Espero que quando conseguirmos aprovar o Estatuto e o Piso Salarial, o governo que esteja no Planalto seja um governo de esquerda, que tenha compromisso conosco, porque se for de direita vai fazer o jogo dos empresários e vai ser uma verdadeira guerra para conseguirmos fazer passar.

·         Chico Vigilante é diretor da CNTV, do Sindesv-DF e deputado distrital


Fonte: Brasil 247

quinta-feira, 24 de março de 2016

URGENTE: Rota Vigilância paga atrasados após três dias de paralisação

A empresa Rota Vigilância acaba de depositar nas contas dos vigilantes o pagamento do salário de fevereiro e também a segunda parcela do 13°. A quitação só ocorreu após três dias paralisação dos trabalhadores que prestam serviços ao Palácio Rio Negro, em Petrópolis. Com os créditos nas contas, a paralisação foi encerrada.

O Sindicato destaca a força da mobilização dos companheiros e parabeniza pela vontade de lutar. A direção do Sindicato estará sempre ao lado do trabalhador para garantir os seus direitos.

Essa foi mais uma vitória da categoria. As empresas não podem simplesmente descumprir a Lei e a Convenção Coletiva de Trabalho. O salário em dia é um direito do trabalhador. É questão social e de sobrevivência. 

Viva a luta dos trabalhadores. Viva os Vigilantes de verdade!!!





Imprensa SindVig Petrópolis

Paralisação de vigilantes da empresa Rota Vigilância chega ao 3° dia em Petrópolis

Já chega ao terceiro dia a paralisação dos vigilantes da empresa Rota Vigilância que prestam serviço ao Palácio Rio Negro, em Petrópolis. Os trabalhadores cobram o pagamento do salário de fevereiro e a segunda parcela do 13° que estão atrasados. 

Na quarta-feira, segundo dia de paralisação, o Museu da República informou ao Sindicato que havia quitado uma das faturas. 

A direção do Sindicato se reuniu com representantes da Rota Vigilância e do Palácio Rio Negro para acertar detalhes da paralisação que permanecerá até que os salários e o 13° sejam quitados. 


"Vamos manter a paralisação até que o dinheiro caia nas contas dos trabalhadores. A pressão já teve um avanço que foi o pagamento de uma fatura pelo contratante. Agora, exigimos que a empresa repasse os valores aos vigilantes. A Rota ainda não se manifestou sobre o dia certo que vai efetuar os depósitos, por isso vamos nos manter mobilizados e com os serviços suspensos", afirma Adriano Linhares, presidente do Sindicato.

Imprensa SindVig Petrópolis

terça-feira, 22 de março de 2016

Vigilantes da empresa Rota paralisam atividades e cobram salários atrasados em Petrópolis

O Sindicato dos Vigilantes Petrópolis e região auxilia os trabalhadores da empresa Rota Serviço de Vigilância que presta serviços no Palácio Rio Negro, em Petrópolis. A paralisação ocorreu durante toda essa terça-feira (22/03) e vai continuar nesta quarta. Os vigilantes cobram o pagamento do salário de fevereiro e a segunda parcela do 13º salário. Ao todo, 26 trabalhadores participam da paralisação.


Diretores do Sindicato estão na porta do Palácio e protestam contra os constantes atrasos. A empresa não se manifestou sobre quando vai regularizar os pagamentos.


O presidente do Sindicato, Adriano Linhares, afirma que a paralisação vai continuar até a empresa apresente uma solução para o impasse.


"Até segunda ordem a paralisação continua. O Sindicato já notificou a empresa. Estamos ao lados dos trabalhadores. Atrasar salários é ferir a CLT e também a nossa Convenção Coletiva. Infelizmente, essa prática tem sido comum por algumas empresas. Questionamos também a direção do Palácio Rio Negro para buscar uma solução rápida", disse.



sábado, 19 de março de 2016

Vigilantes de Petrópolis aprovam acordo salarial

Os vigilantes de Petrópolis, Teresópolis, Três Rios e região aprovaram o índice de 11,50% de reajuste salarial e 13,33% no tíquete alimentação. Com o novo aumento, o salário base passa para R$ 1.295,63 e o tíquete para R$ 18,70

Várias rodadas de negociações foram realizadas até que se chegassem ao índice que era negado o tempo todo pelos empresários. A inflação do período (INPC) ficou em 11,08%, portanto, 0,42% de ganho real no salário e 2,25% de ganho real no tíquete. Em várias regiões do país, o índice ficou na casa de 11%.

Ainda ficou garantido para 2017 a inclusão na Convenção Coletiva do fornecimento de uma cesta básica no valor de R$ 75,00 como bônus assiduidade, ou seja, o trabalhador que não faltar ao serviço fará jus ao recebimento do benefício que poderá ser uma cesta básica ou um cartão alimentação no valor acordado. Esse benefício não vai implicar em nenhum desconto para o trabalhador.

Plano de Saúde

Outro ponto importante é a discussão para implantação do plano de saúde para os vigilantes. Ficou acordado na Convenção Coletiva de 2016 que o patronal se compromete a iniciar as discussões em outubro desse ano. 

Conquistas mantidas

Mesmo enfrentando resistência de alguns empresários, está mantido na Convenção Coletiva dos vigilantes o auxílio funeral para os dependentes. O Beneficio Social também foi mantido.

União de Sindicatos fortalece a luta

A exemplo de 2015, os Sindicatos dos Vigilantes de Petrópolis e regiões, Niterói e regiões, Duque de Caxias, Mesquita e Nilópolis e o Sindesverj se uniram para negociar em conjunto com os patrões sob orientação da CNTV – Confederação Nacional dos Vigilantes.

Veja como ficou seu salário:

- PISO: R$ 1.295,63

- TÍQUETE: R$ 18,70

- PERICULOSIDADE: R$ 388,69

- EVENTOS: R$ 135,00

- Salário + Periculosidade: R$ 1.684,32

segunda-feira, 14 de março de 2016

Convocação Assembléia Geral Extraordinária

O Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância, Transporte de Valores e Similares do Município de Petrópolis e Região (Três Rios, Teresópolis, Sapucaia, Paraíba do Sul, São José do Vale do Rio Preto, Areal e Comendador Levy Gasparian), convoca a todos da categoria para a Assembléia Geral Extraordinária a ser realizada nos dias e locais abaixos, em primeira convocação, em segunda e última convocação após 30 minutos, com qualquer número de trabalhadores presentes, para a seguinte ordem do dia:

Assembleia para avaliação de proposta em Três Rios

DATA: 16/03
HORA: 19:00hs
LOCAL: Delegacia Sindical (
Praça da Autonomia, nº40 – sala 501 – Edifício Sta. Etienne, centro de Três Rios)


Assembleia para avaliação de proposta em Teresópolis

DATA: 17/03
HORA: 19:00hs
LOCAL: Sede do Sindicato dos Porteiros (Av
. Lúcio Meira ,330 – sala 704 – Centro - Teresópolis)

Assembleia para avaliação de proposta em Petrópolis

DATA: 18/03
HORA: 19:00hs
LOCAL: Sede do Sindicato (
Rua Paulo Barbosa N° 233 S/L 02 )

PAUTA

1 - APRECIAÇÃO DA CONTRAPROPOSTA PATRONAL APRESENTADA NA REUNIÃO DO DIA 14/03/2016. . 2 - ASSUNTOS GERAIS.


Presidente
ADRIANO LINHARES DA SILVA


sexta-feira, 11 de março de 2016

Sindicato entrega mais um benefício social para associado



Mas um vigilante associado recebeu o Benefício Natalidade no Sindicato. 

A diretoria lembra, ainda, que já estão à disposição na entidade os benefícios dos associados Júlio César da Costa e Ismael Pereira.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Violência contra Lula afronta o país e o estado de direito

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A violência praticada hoje (4) contra o ex-presidente Lula e sua família, contra o Instituto Lula, a ex-deputada Clara Ant e outros cidadãos ligados ao ex-presidente, é uma agressão ao estado de direito que atinge toda sociedade brasileira. A ação da chamada Força Tarefa da Lava Jato é arbitrária, ilegal e injustificável, além de constituir grave afronta ao Supremo Tribunal Federal.
1) Nada justifica um mandado de condução coercitiva contra um ex-presidente que colabora com a Justiça, espontaneamente ou sempre que convidado. Nos últimos meses, Lula prestou informações e depoimentos em quatro inquéritos, inclusive no âmbito da Operação Lava Jato. Dezenas de testemunhas foram ouvidas sobre estes fatos alegados pela Força tarefa, em depoimentos previamente marcados. Por que o ex-presidente Lula foi submetido ao constrangimento da condução coercitiva?
2) Nada justifica a quebra do sigilo bancário e fiscal do Instituto Lula e da empresa LILS Palestras. A Lava Jato já recebeu da Receita Federal, oficialmente, todas as informações referentes a estas contas, que foram objeto de minuciosa autuação fiscal no ano passado.
3) Nada justifica a quebra do sigilo bancário e fiscal do ex-presidente Lula, pois este sigilo já foi quebrado, compartilhado com o Ministério Público Federal e vazado ilegalmente para a imprensa, este sim um crime que não mereceu a devida atenção do Ministério Público.
4) Nada justifica a invasão do Instituto Lula e da empresa LILS, a pretexto de obter informações sobre palestras do ex-presidente Lula, contratadas por 40 empresas do Brasil e de outros países, entre as quais a INFOGLOBO, que edita as publicações da Família Marinho (http://www.institutolula.org/as-palestras-de-lula-a-violaca…). Todas as informações referentes a estas palestras foram prestadas à Procuradoria da República do Distrito Federal e compartilhadas com a Lava Jato. Também neste caso, o Ministério Público nada fez em relação ao vazamento ilegal de informações sigilosas para a imprensa.
5) Nada justifica levar o ex-presidente Lula a depor sobre um apartamento no Guarujá que não é nunca foi dele e sobre um sítio de amigos em Atibaia, onde ele passa seus dias de descanso. Além de esclarecer a situação do apartamento em nota pública – na qual chegou a expor sua declaração de bens – e em informações prestadas por escrito ao Ministério Público de São Paulo, o ex-presidente prestou esclarecimentos sobre o sítio de Atibaia em ação perante o Supremo Tribunal Federal, que também é de conhecimento público.
6) A defesa do ex-presidente Lula peticionou ao STF para que decida o conflito de atribuições entre o Ministério Público de São Paulo e o Ministério Público Federal (Força Tarefa), para apontar a quem cabe investigar os fatos, que são os mesmos. Solicitou também medida liminar suspendendo os procedimentos paralelos até que se decida a competência conforme a lei. Ao precipitar-se em ações invasivas e coercitivas nesta manhã, antes de uma decisão sobre estes pedidos, a chamada Força Tarefa cometeu grave afronta à mais alta Corte do País, afronta que se estende a todas as instituições republicanas.
7) O único resultado da violência desencadeada hoje pela Força Tarefa é submeter o ex-presidente a um constrangimento público. Não é a credibilidade de Lula, mas da Operação Lava Jato que fica comprometida, quando seus dirigentes voltam-se para um alvo político sob os mais frágeis pretextos.
O Instituto Lula reafirma que Lula jamais ocultou patrimônio ou recebeu vantagem indevida, antes, durante ou depois de governar o País. Jamais se envolveu direta ou indiretamente em qualquer ilegalidade, sejam as investigadas no âmbito da Lava Jato, sejam quaisquer outras.
A violência praticada nesta manhã – injusta, injustificável, arbitrária e ilegal – será repudiada por todos os democratas, por todos os que têm fé nas instituições e do estado de direito, no Brasil e ao redor do mundo, pois Lula é uma personalidade internacional que dignifica o País, símbolo da paz, do combate à fome e da inclusão social.
É uma violência contra a cidadania e contra o povo brasileiro, que reconhece em Lula o líder que uniu o Brasil e promoveu a maior ascensão social de nossa história.
Fonte: Instituto Lula