segunda-feira, 29 de junho de 2015

Mais um: Senador declara apoio ao Piso Nacional dos Vigilantes


Em visita a Niterói, o Senador Paulo Paim (PT) declarou apoio ao Piso Nacional dos Vigilantes. Paim se encontrou com dirigentes sindicais na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói. O presidente do Sindicato, Adriano Linhares, participou do encontro onde foram apresentados ao senador os motivos da campanha pelo Piso Nacional e os sindicatos que apoiam a iniciativa no Rio de Janeiro. 

Participaram do encontro: Carlos Gil (SindVig Duque de Caxias), Cláudio Vigilante e outros diretores (SVNIT) e Adriano Linhares (SindVig Petrópolis) 

terça-feira, 23 de junho de 2015

Nota de Esclarecimento aos trabalhadores nas empresas de Transporte de Valores


O Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região vem informar aos trabalhadores de DTV, ATM, Carro Leva, Vigiulantes de Base e Tesouraria, que no dia 06 de junho de 2015 foi entregue no Sindicato Patronal a pauta de reivindicações dando início às negociações para a data base 2015/2016.

No entanto, até o dia de hoje, o Sindicato Patronal não agendou nenhuma rodada de negociações. O Sindicato tomou conhecimento que apenas três sindicato de trabalhadores haviam entregue suas pautas, faltando, no caso do Rio de Janeiro, apenas uma entidade.

A demora, no entendimento da direção do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis, deve se dá pela espera, pelo Patronal, da entrega da proposta faltante.

O Sindicato afirma, ainda, que preservará a data base e, caso não ocorra nenhuma resposta do patronal, tomará todas as providências cabíveis.

Adriano Linhares

Presidente

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Dia do Vigilante é comemorado pela CNTV no sul do país

Aproximadamente três mil pessoas se reuniram neste domingo, na Casa do Gaúcho, em um almoço promovido pelo Sindivigilantes do Sul em comemoração ao Dia Nacional do Vigilante. O senador Paulo Paim (PT-RS) esteve presente, juntamente com o presidente da CUT-RS, Claudir Antonio Nespolo e o Deputado Adão Villaverde, e foi homenageado pelas suas incansáveis lutas a favor da categoria.

Vigilantes do Rio Grande do Sul atenderam ao chamado do Sindicato para um momento de confraternização e também de reflexão. Durante a festa, animada pela banda Os Serranos, a categoria também ficou a par de assuntos de seu interesse, como o andamento de projetos relacionados à segurança privada.

Em reconhecimento ao seu trabalho no Senado, Paim recebeu homenagens e agradecimentos do Sindvigilantes do Sul. Dirigentes sindicais lembraram que é de autoria de Paim o projeto de lei do Senado que institui o Dia Nacional do Vigilante, assim como o da aposentadoria especial para os vigilantes. Ele foi também um dos condutores da conquista da Periculosidade e que hoje permitem aos trabalhadores um acréscimo de 30% aos seus vencimentos.

Para o presidente do Sindivigilantes do Sul, Loreni Dias, figuras como Paim e Adão Villaverde– autor do projeto anticalote que tramita no RS – devem ser reconhecidas pela categoria.

“Temos alguns deputados e senadores parceiros, que estão conosco nas lutas e levantam nossas bandeiras. Paim e Villaverde certamente fazem parte deste grupo”, afirmou.

“Nós, da CNTV, agradecemos não só ao senador Paulo Paim, mas a todos os vigilantes brasileiros, que atendem ao nosso chamado e se comprometem a lutar por melhorias e avanços para a categoria”, enfatizou o presidente da CNTV, José Boaventura.


Fonte: CNTV

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Vigilantes ganham data comemorativa. 20 de Junho é o Dia Nacional dos Vigilantes



A Presidenta Dilma Roussef já sancionou na terça-feira (17) a Lei nº 13.136 que institui o dia 20 de junho com Dia Nacional do Vigilante.

Esse é mais um reconhecimento da força da categoria no plano da segurança privada nacional. A conquista é compartilhada pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e Sindicatos Filiados com todos os vigilantes do país.

Vigilantes. Se encham de orgulho. A cada dia a profissão se torna mais reconhecida e respeitada. Somente com muita luta e seriedade, novas conquistas virão.

Imprensa SindVigPet

quarta-feira, 17 de junho de 2015

3º Congresso da UGT com criticas à taxa de juro e o desemprego

Com a presença de três mil sindicalistas de todos  os estados do Brasil, do Distrito Federal e observadores convidados de quatro continentes, a União Geral dos Trabalhadores (UGT) abriu o seu 3ª Congresso Nacional na noite desta terça-feira, no Palácio das Convenções, do Anhembi, em São Paulo. O Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e Secretário de Políticas Sociais da UGT-Rio, Adriano Linhares, participa do evento.

Coube a Fafá de Belém cantar o Hino  Nacional na abertura do evento, que lotou o auditório Celso Furtado no Palácio das Convenções do Anhembi.  Com vivas à UGT, Fafá encerrou sua participação afirmando que não pertence a partido político algum, mas sim ao partido da democracia e sempre vai estar presente quando o Brasil precisar. Ela foi aplaudida de pé.

Emocionado, o presidente nacional da UGT, Ricardo Patah, afirmou que era uma honra ter todos os presidentes das estaduais da central presentes ao evento e enfatizou a importância da presença feminina nas lutas trabalhistas, homenageando não só Fafá, mas a todas as mulheres presentes. 

Nada menos do que dois governadores, dois ministros, um secretário estadual, representante do Ministério público do Trabalho e deputados federais e estaduais de diversos partidos e correntes políticas estiveram presentes na mesa de abertura do evento, o que confirmou o caráter plural da UGT.

10 MILHÕES
O governador paulista Geraldo Alckmin parabenizou pessoalmente Patah pela marca de dez milhões de trabalhadores de sindicatos afiliados alcançada pela UGT. “Quero cumprimentar a UGT na pessoa do seu presidente pela inovação que sempre se faz presente nessa central e que faz a diferença”, disse Alckmin. Ele aproveitou para atacar a política de juros altos praticada atualmente pelo Governo Federal, o que, na opinião dele, só prejudica os trabalhadores.

“Taxa de juros alta só serve para fazer quem tem dinheiro virar rentista. Não tem o menor sentido o Brasil ter juros tão altos porque não existe inflação de demanda e, sim, de taxas. Temos que reduzi-la (taxa) o mais rápido possível”, receitou o governador paulista.

DESTAQUES
O ministro do Trabalho Manoel Dias afirmou que a UGT é seguramente a central que mais se preocupa com a organização do trabalhador e que é fundamental que se façam no País as reformas de base com o seu apoio. “Não à toa, a UGT recebeu elogios oficiais da durante sua participação em Genebra da 104ª Organização Mundial do Trabalho”, comemorou Dias.

Também presente ao evento, o governador de Goiás, Marconi Perillo, afirmou que a UGT pode ser a central que vai fazer a diferença na busca de soluções conjuntas entre governos e trabalhadores na luta pelos direitos trabalhistas.

Gilberto Kassab, ministro das Cidades, outro que esteve presente à abertura da 3º Congresso Nacional da UGT, que tem como lema nessa edição “É Horas de Reformas”, disse que a central tem tudo para ampliar ainda mais os espaços e pregar políticas desenvolvimentistas para o trabalhador. “A UGT é mais que realidade, é uma bússola do desenvolvimento”, afirmou o ministro.

O ponto alto da noite de abertura, que levou a plateia aos de aplausos, coube à sindicalista Mary Kay, presidente do SEIU-Service Employees International Union, que é o sindicato que representa os trabalhadores dos setores de limpeza, edifícios e condomínios e vigilância nos Estados Unidos, Canada e Porto Rico.

Segundo ela, o sonho americano é uma miragem para cerca de 44 milhões de pessoas que trabalham em dois ou três empregos por valores irrisórios nos EUA. “Aqui temos a UGT que, com a sua luta e intercâmbio, posso afirmar, fortalece uma luta global por melhores salários e garantias sindicais aos trabalhadores da indústria do fastfood”.

O evento prossegue até quinta-feira no Anhembi de deve definir eleição e posse dos membros da executiva nacional e do conselho fiscal da UGT para os próximos quatro anos, entre outros temas relevantes.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Reforma Política: Deputados aprovam mandatos eletivos de cinco anos

O plenário da Câmara aprovou emenda aglutinativa apresentada pelo deputado Manoel Junior (PMDB-PB) que prevê mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos de presidente da República, senadores, governadores, deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores. Foram 348 votos a favor da emenda, 110 contra e 3 abstenções.

O dispositivo cria uma regra de transição ao estabelecer que, nas eleições de 2018, os mandatos de deputados, de governadores e de presidente da República serão de quatro anos. E, com isso, nas eleições de 2022 os eleitos terão mandato de cinco anos. Em relação aos senadores, pela emenda, os candidatos eleitos em 2018 terão nove anos de mandato para que, em 2027, as eleições possam coincidir em um mesmo ano. A emenda não trata da transição para os cargos de prefeito e vereadores, que serão eleitos no ano que vem.

Atualmente, todos os mandatos eletivos, exceto os de senadores (oito anos), são de quatro anos. Para que os mandatos sejam fixado em cinco anos, a proposta precisará ser aprovada em segundo turno pela Câmara e depois em dois turnos pelo Senado para que então possa ser promulgada e passar a fazer parta da a Constituição. Outras emendas podem ser votadas ainda esta noite pela Câmara.

Coincidência de mandatos

Os deputados ainda votaram a coincidência de eleições para todos os cargos. A proposta foi rejeitada por 225 votos a 220. Com a rejeição da coincidência de mandatos fica valendo a regra atual, que estabelece a eleição de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual  ocorra no mesmo ano. Prefeito e vereador, a eleição será realizada dois anos depois.

Em seguida, os deputados aprovaram, por 419 votos a 8,  uma emenda da reforma política estabelecendo em quatro anos os mandatos de prefeitos e vereadores eleitos em 2016. Com isso, o mandato de cinco anos passará valer a partir das eleições de 2020.

Voto facultativo

A Câmara dos Deputados rejeitou também artigo da proposta de reforma política que pretendia acabar com o voto obrigatório, instituindo no Brasil o voto facultativo. Foram 311 votos pela manutenção do voto obrigatório contra 134 que defendiam a instituição do voto facultativo. Com a rejeição da proposta, fica mantido no texto constitucional o alistamento eleitoral e o voto obrigatório para os maiores de 18 anos.

Willian Chaves com informações da EBC Brasil


quarta-feira, 3 de junho de 2015

Dilma sanciona Lei das Domésticas e veta artigo que retiraria direitos dos Vigilantes

A presidenta Dilma Rousseff sancionou com vetos o projeto de lei que regulamenta o trabalho das empregadas domésticas. A lei está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (2). A proposta, aprovada no Congresso Nacional, prejudicava os vigilantes. Após mobilização da categoria, a presidenta vetou o artigo que referia à possibilidade de estender o regime de horas previsto na lei, de 12 horas trabalhadas por 36 de descanso, para os trabalhadores de outras categorias, como os vigilantes. A presidenta vetou esse parágrafo por entender que se trata de matéria estranha ao objeto do projeto de lei e com características distintas.

O artigo foi proposto pelo deputado Sandro Mabel (PMDB) e retirava das empresas a obrigação de pagar o dia de trabalho durante os feriados em dobro, e o direito ao descanso em ultra-jornada (12x36).

O mais estranho, porém foi o fato do parlamentar incluir outros trabalhadores no Projeto. Completamente estranhos ao objeto do PLC, que são os empregados domésticos, os trabalhadores vigilantes acabaram entrando nesse artigo, e logo que teve conhecimento do texto, a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) começou a mobilizar e esclarecer a categoria, para que quando o Projeto chegasse à presidência, fosse vetado.

No Rio de Janeiro, apenas os Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região (SVNIT), Petrópolis e Região e Duque de Caxias lançaram campanhas pedindo o “Veta Dilma”. Esses sindicatos saíram em defesa da categoria em todo Estado.

“Há menos de 15 dias, tomamos conhecimento da situação e partimos pra cima, com a mobilização dos trabalhadores, o documento e apelo da CNTV, e o apoio do deputado Chico Vigilante e das lideranças sindicais comprometidas na defesa da categoria. Procuramos o Ministro do Trabalho, da Casa Civil, os 81 senadores e senadoras e a própria Presidenta Dilma”, afirma o presidente da CNTV, José Boaventura Santos.

A Confederação também enviou ofício ao Ministro das Comunicações, ao Secretário de Relações de Trabalho e a Consultoria Jurídica do Ministério do Trabalho.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apoiou, junto a alguns senadores, a luta dos Vigilantes e emitiu dois pareceres técnicos pedindo o veto desse artigo no PLC.

Além disso, os trabalhadores foram convocados a lotar a caixa de e-mails da Presidência com pedidos de veto ao artigo.

"Com muita luta e muito empenho de todos os sindicatos filiados à CNTV, através de emails, conseguimos com que a Presidenta sancionasse a lei das domésticas, mas com um veto importante para nossa categoria. Os vigilantes de todo o Brasil tiveram uma grande vitória", afirma Adriano Linhares, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região e Secretário de Relações Internacionais da CNTV.
Leia a seguir os argumentos da Presidenta contidos na mensagem Presidencial do veto:

“Razões do veto: Ao possibilitar a extensão do regime de horas previsto no caput e no parágrafo 1º do art. 10 aos empregados enquadrados na lei no 7.102, de 20 de junho de 1983 e, de forma ampla e imprecisa, a outras atividades, o dispositivo trataria da matéria estranha ao objeto do Projeto de Lei, que dispõe sobre o contrato de trabalho doméstico, contrariando o disposto no art. 7º, incisivo II da Lei Complementar no 95, de 26 de fevereiro de 1998. Além disso, submeteria a mesmo regime categorias profissionais sujeitas a condições de trabalho completamente distintas.”



Fonte: Willian Chaves com informações CNTV.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

CNTV comparece a manifestação e apoia movimento de vigilantes chilenos


Em apoio ao movimento paredista dos vigilantes das empresas Brinks  e Prosegur no Chile, representantes da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) compareceram à manifestação dos trabalhadores nessa terça-feira (26). Em greve há 19 dias, os vigilantes chilenos reivindicam melhorias nos salários e condições de trabalho e clamam pelo respeito da Prosegur, uma empresa que coleciona processos por violações de direitos em toda a América.

“Estamos aqui apoiando os companheiros do Chile em mais essa luta. Em nome da CNTV, participamos da marcha dos vigilantes chilenos e discursamos em solidariedade ao movimento. Isso é porque consideramos mais do que justas as reivindicações dessa categoria, que tanto tem enfrentado dificuldade em negociar com os patrões”, explica o secretário de Relações Internacionais da CNTV, Adriano Linhares.

Como explicado pelo secretário da Confederação, os vigilantes tentaram negociar com as empresas, mas estas se mostraram totalmente inflexíveis às reivindicações dos trabalhadores, que desejam aumento de 10% nos salários (levando em conta que a inflação do país está em 4%, o ganho real seria 6%). No início das negociações, a questão do aumento salarial chegou a avançar, mas a principal luta dos trabalhadores ainda não teve resposta e atualmente a proposta de reajuste voltou a 0%.

“Não é só uma questão de salário, esses vigilantes querem condições humanas de trabalho, querem respeito, uma vida digna, paridade nas bonificações como auxílio alimentação, querem ser sindicalizados sem sofrer perseguição! Por isso estamos aqui, representando a Confederação Nacional dos Vigilantes. Acreditamos que é da unidade que vem a força para que esses trabalhadores consigam garantir seus direitos e avanços”, conclui Adriano Linhares.

A Prosegur possui um histórico extenso de práticas anti sindicais e violações de direitos humanos em toda América e partes da Europa.

Segundo dados divulgados pela Uni Global Union, enquanto anuncia que as vendas no Chile cresceram 14% em um ano, a empresa oferece 0% de reajuste. Além disso, foram demitidos mais de 300 vigilantes após sua participação em uma greve legal no Paraguai. A Prosegur também possui 87% dos trabalhadores colombianos em contrato temporário, número também alto no Peru, onde contabiliza 61% dos vigilantes nessa situação, dentre outros exemplos.


Fonte: CNTV, com informações da UNI

segunda-feira, 25 de maio de 2015

CNTV é recebida pela embaixada da Espanha após manifestação contra práticas cometidas pela Prosegúr

A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) participou de ato político contra violação de direitos humanos praticada pela empresa Prosegúr na tarde desta quinta-feira (21), em frente a embaixada da Espanha. As manifestações ocorreram em toda América Latina e tem por objetivo denunciar as práticas anti sindicais cometidas pela empresa, que é mundialmente famosa por seu histórico de desrespeito aos direitos da classe trabalhadora.

Adriano Linhares, presidente do Sindicato e Secretário de Relações Internacionais da CNTV, participou dos movimentos em Brasília. Essa semana ele está em Santiago, capital do Chile, para mais uma reunião da Uni Global que vai discutir os rumos da segurança privada na América Latina.

Além da CNTV, várias outras entidades participaram da Uni Global Únion e no Brasil contou com a presença de lideranças sindicais de diferentes áreas, como bancários, radialistas, comerciários e gráficos. Em decorrência do ato, dois representantes da Uni e o presidente da CNTV foram recebidos pelo conselheiro de Emprego e Seguridade Social da embaixada da Espanha.

“Agradecemos a todas as outras categorias que compareceram e deram peso à nossa luta. Avaliamos que o ato de hoje foi muito importante e que estamos fazendo o nosso papel, que é o de injustiças”, avalia o presidente da CNTV, José Boaventura dos Santos.

Na ocasião, foi entregue um material produzido pela Confederação e que tem por objetivo dar visibilidade às práticas cometidas pela empresa e exigir mudanças no que diz respeito ao tratamento dos trabalhadores.


O conselheiro da embaixada se comprometeu a informar o embaixador e dentro dos limites da embaixada, promover desdobramentos que visem mudar a triste realidade da Prosegúr.

Fonte: CNTV

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Nova diretoria do Sindicato é eleita com 98% votos dos vigilantes

Os vigilantes de Petrópolis e região confirmaram o trabalho da atual diretoria à frente do Sindicato e elegeram os integrantes da Chapa 1 – União dos Vigilantes com 98% dos votos. A nova direção é encabeçada pelo atual presidente e reeleito, Adriano Linhares. Foram disponibilizadas sete urnas para votação, sendo seis itinerantes e uma fixa na sede da entidade. Votaram 325 associados. A Chapa 1 recebeu 320. Brancos e nulos somaram 4 votos, um voto foi apurado em duplicidade.

A apuração dos votos teve início no fim do dia, após o fechamento e recolhimento das urnas. A sessão de apuração da eleição Sindical da Diretoria, Conselho Fiscal, para o quadriênio de um de junho de dois mil e quinze a trinta e um de maio de dois mil e dezenove, foi composta pelo Sr. Wanilton Reis dos Santos, presidente, e pelos Srs. Cláudio José de Lopes, e Jair Vieira Santos, mesários.

Na urna 01, instalada na sede do Sindicato, composta pelo presidente Alex Palladino Neves (Sindicato dos Gráficos de Petrópolis) e mesários o Sra. Cláudia Mariza Araújo Botelho (Sindicato dos Bancários de Petrópolis) e Sra. Gabriela Cristina da Rocha Cabral (sócia do Sindicato), apresentou o seguinte resultado: votaram 54 associados, todos os votos na Chapa 01.

A urna 02, que percorreu as seguintes localidades: Postos Centro e adjacências, composta pelo presidente o Sr. Conrado Felipe Klippel (Sindicato dos Bancários de Petrópolis) e mesários Ronisio Marcelo Novato (associado do Sindicato) e Antônio Lúcio Danelon (Sindicato dos Comerciários de Petrópolis), recolheu 84 votos, todos na Chapa 01.

Já na urna 03 que percorreu as seguintes localidades: Postos Bingen e adjacências, Mosela, Alto da Serra e Quitandinha, composta pelo presidente Jurandir da Costa Gonçalves (Sindicato dos Empregados na Saúde de Petrópolis) e mesários, Sr. Jorge Alves (Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil de Petrópolis). Foram colhidos 79 votos, todos na Chapa 01.

A urna 04 percorreu as seguintes localidades: Postos Fonseca Ramos, Quissamã, Carangola, Correas, Nogueira e Itaipava, composta pelo presidente Sr. Lélio José Sant’Anna Macedo (Sindicato do Vestuário de Petrópolis) e mesários Sr. Flávio dos Santos Francisco (Sindicato dos Empregados em Serviços de Saúde de Petrópolis) e Sr. Devanir Tavares de Matos (Sindicato dos Empregados em Comércio de Petrópolis), apurou 39 votos, sendo 38 votos na Chapa 01 e 01 voto em branco.

A urna 05 percorreu as seguintes localidades: São José do Vale do Rio Preto e Teresópolis, Centro e Adjacências, composta pelo presidente Sr. José Oalas de Queiróz (Sindicato dos Empregados em Condomínios de Petrópolis) e mesários, Sr. Isabel Geralda da Silva (Sindicato do Vestuário de Petrópolis) e Sr. Julio Cesar Lourenço (Sindicato dos Empregados em Condomínios de Petrópolis), apurou 30 votos, todos na Chapa 01.

A urna 06, Três Rios e adjacência, composta pelo presidente José Maria Rabello (Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil de Petrópolis) e mesários o Srs. Felipe Alves Rabelo (Sindicato da Construção Civil de Petrópolis), apresentou o seguinte resultado: 23 associados, apurados 22 votos, já que um voto apresentou duplicidade, sendo 20 votos na Chapa, 01 branco e 01 voto nulo.

A última urna, urna 07, localidades de Sapucaia, Paraíba do Sul e Comendador Levy Gasparian, composta pelo presidente Gilmar Neumann (Sindicato dos Metalúrgicos de Petrópolis) e mesários o Srs. Carlos Eduardo Sixel (Sindicato dos Metalúrgicos de Petrópolis) e João Carlos Fabre dos Reis (Sindicato dos Lapidários de Petrópolis), teve como resultado 12 votos na Chapa 01 e apenas um voto nulo.


Com o resultado, o presidente da mesa apuradora, Sr Wanilton Reis dos Santos proclamou eleita a Chapa 1, composta pelos seguintes membros:

- Adriano Linhares da Silva (Invernada) – Presidente;
- Paulo Roberto de Oliveira (Prol Segurança Eireli) – Vice-Presidente;
- Adriano Machado da Silva (Sbil), – Secretário Geral;
- Nilson de Araujo Junior (Juiz de Fora de Vigilância) - Secretario de Finanças;
- João Carlos Marinho (Juiz de Fora Vigilancia) – Secretário de Políticas Sociais e Jurídicas
- Luiz Cláudio Calsavara (Protege) - Secretario de Assuntos Previdenciários;
- Alessandra Marcelo Cordeiro (GP Guarda Patrimonial) - Secretaria de Imprensa e Divulgação e Formação Sindical;
- Alexandre Moreira Soares (Trans Expert) – Suplente;
- Leonardo Julio (Max Segurança) – suplente;
- Luiz Alfredo Moreira (Transegur) – Suplente;
- Luzanir Silva dos Anjos (Segil) – Suplente;
- Rômulo José do Amaral (Trans Expert) – Suplente;
- Edinaldo Almeida da Silva (Angel’s) – Suplente;
- Esthon Charles Barbosa Beserra – Suplente;
- Juliana Souza da Silva (Graber) - Coordenador de Base Teresópolis e São José do Vale do Rio Preto;
- Almir Martins da Silva (Angels) - Coordenador de Base de Petrópolis, Areal e Sapucaia;
- Luis Marcos dos Santos (Angel’s) – Conselho Fiscal;
- Aguinaldo Almeida da Silva (Transegur) - Conselho Fiscal;
- Rogério Couto Vieira (Husky) – Conselho Fiscal;
- Diogo Marques Gonçalves (Trans Expert)

- Ricardo Martins Barbosa (Hopevig)

terça-feira, 19 de maio de 2015

Sindicato realiza eleições nesta terça-feira (19)

Os vigilantes de Petrópolis, Teresópolis, Três Rios e região vão eleger hoje (19/05) a nova diretoria para comandar o Sindicato dos Vigilantes para a gestão 2015-2019. A votação se iniciou às 07:00hs da manhã e prosseguirá até às 17:00hs. Serão sete urnas disponibilizadas para votação, sendo uma urna fixa na sede da entidade, no centro de Petrópolis, e as outras seis itinerantes percorrendo todos os municípios. Podem votar os associados conforme o estatuto da entidade.

Apenas uma chapa se inscreveu para o pleito. A Chapa 1 - União dos Vigilantes é encabeçada pelo atual presidente do Sindicato e Secretário de Relações Internacionais da CNTV, Adriano Linhares. Ao todo, são 21 vigilantes concorrendo aos cargos de direção. A Chapa 1 tem o apoio de figuras nacionais importantes na luta dos vigilantes como o Deputado Distrital Chico Vigilante, o presidente da CNTV, José Boaventura, e o presidente do SVNIT e Secretário Geral da CNTV, Cláudio Vigilante.

Os resultados da eleição serão divulgados através do site do Sindicato e das mídias sociais como também a data da posse da nova diretoria.

Imprensa SindVigPet

segunda-feira, 11 de maio de 2015

R$ 3 mil: Sim, nós merecemos e podemos! Piso Nacional dos Vigilantes foi tema de audiência pública na Câmara dos Deputados


O Piso Nacional dos Vigilantes voltou a ser debatido na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (7) e contou com a presença de vigilantes e lideranças sindicais de todo o país. Já na primeira audiência pública realizada pela Comissão Especial que analisa o PL 4238/2012, deputados defenderam a necessidade de um piso nacional com valor justo e apoiaram a Campanha pelo Piso Nacional de R$ 3 mil, liderada pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV).

Compondo a mesa, o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, lembrou que a questão do Piso Nacional está inserida como proposta de alteração da Lei 7.102/1983, que regulamenta a atividade de segurança privada no país. Segundo ele, há a compreensão de que as diretrizes da Lei 7.102 são boas. Pontos como o controle nacional, a profissionalização e especialização dos trabalhadores e o controle das empresas fazem com que a legislação brasileira do setor seja uma das melhores do mundo.

Apesar disso, ainda existe a necessidade de atualização. Quando de sua criação, há 30 anos, ainda não existia caixa eletrônico e os cartões de crédito ainda não haviam se popularizado. O dinheiro era guardado nos bancos e não nas empresas de transporte de valores, como ocorre atualmente. Nenhum desses itens é levado em contra na legislação existente, deixando furos graves e que precisam ser corrigidos.

A necessidade de atualização motiva os trabalhadores, que já vem a algum tempo dialogando com o Ministério da Justiça e com empresários sobre isso. “Já chegamos a um consenso em aproximadamente 90% dos pontos. Não sabemos ainda porque a matéria ainda não chegou ao Congresso Nacional”, afirmou Boaventura.

O presidente da Federação Nacional das Empresas de Segurança e de Transporte de Valores (Fenavist), Jefferson Furlan Nazário apoiou os argumentos de Boaventura, lembrando que em 32 anos de lei a tecnologia avançou muito. “O estatuto da segurança privada trará benefícios como a definição clara e segura do segmento, além da criminalização da clandestinidade – grande problema que traz insegurança para contratantes e usuários, além de ser roubador de empregos”, avaliou.

Vigilante: trabalhador que defende a vida

O papel do vigilante vai além da defesa do patrimônio. Qualquer que seja seu posto de trabalho, sua maior preocupação é proteger a vida das pessoas. “Hoje, as empresas compram e vendem gente, e não serviço” destacou Boaventura. Para ele, é preciso que a Lei 7.102 estabeleça grau de profissionalização de acordo com o que a sociedade requer. “Não queremos mais que conste na lei o requisito de quarta série primária, e sim de ensino médio”, afirmou.

Boaventura defendeu na audiência pública a necessidade de um olhar especial sobre esse assunto. “Com o PL 4330, os profissionais terceirizados – como é o caso da maioria dos vigilantes – ficam às margens da profissionalização, e isso precisa acabar”, avaliou.

A mesma avaliação foi feita pelo deputado Major Olimpo (PDT). Para ele “é impossível conceber qualquer modelo de segurança excluindo a segurança privada”.

É também por defender outras vidas com a sua própria, com condições de trabalho muitas vezes precárias e com sua segurança colocada em risco, que a CNTV enfatizou a necessidade de um Piso Nacional com valor justo. Vigilante, quanto você acha que merece ganhar?

Em sua apresentação, Boaventura convidou os deputados e participantes da audiência pública a uma reflexão sobre o valor pago aos vigilantes atualmente. “O salário de um vigilante hoje não corresponde à responsabilidade que ele carrega. Se cada um se perguntar quanto deveria ser esse salário, verão que três mil ainda é pouco. Merecemos muito mais!”, defendeu.

Integrante da comissão e parceira dos vigilantes, a deputada Erika Kokay (PT) compartilhou a experiência dos trabalhadores bancários – categoria a qual pertence – sobre o piso nacional. Segundo ela, a experiência representou um salto de qualidade no processo negocial e, desde 1992, quando foi conquistado, permite que as negociações específicas de cada banco contemplem aspectos específicos, indo além da questão salarial.

“Isso porque, como o piso é nacional e definido em uma negociação específica, as outras mesas tem mais liberdade para negociar seus assuntos próprios, garantindo mais avanços para os trabalhadores”, explicou.

Kokay aproveitou a oportunidade para reforçar seu apoio a esta luta. “Quem exerce uma função que oferece risco à vida, quem faz parte de uma categoria que protege não apenas o patrimônio, mas as pessoas; quem incorpora a função do órgão para o qual presta serviço, como vigilantes de hospitais que já fizeram até parto, merece sim salário digno. Merece que essa Comissão Especial seja sensível ao tratar o assunto e reconheça a importância desses profissionais”, concluiu. Fonte: CNTV Vigilantes (CNTV) reforça que está à disposição dos companheiros de Alagoas em mais esta luta.


Fonte: CNTV

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Participe!

CNTV continua no enfrentamento aos ataques a carros-fortes


Três vigilantes morreram em dezembro de 2014 em um cruel ataque a carros-fortes no interior de Goiás. O roubo evidenciou, mais uma vez, a fragilidade a que estão expostos os trabalhadores da segurança privada. Em 2014 foram registrados 49 ataques a carro-forte. Até abril de 2015 já são 13. Em resposta a tantos crimes envolvendo o segmento, a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) propôs a realização de um Seminário Estadual para tratar o tema. Além disso, apresentou propostas para a Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP) para melhorar a segurança destes companheiros.

Nesta quarta-feira (29), a CNTV participou de uma reunião extraordinária da CCASP na Coordenação Geral de Controle de Segurança Privada (CGCSP) pra debater os principais problemas nas áreas de transporte de valores, escolta armada e agências de negócios. Única entidade a apresentar por escrito suas contribuições, a CNTV defendeu, entre outros pontos, a permissão para utilização de armas mais modernas e potentes durante transportes de média e longa distância por rodovias.

“Apresentamos medidas para melhorar sempre com a preocupação em preservar a vida dos vigilantes”, ressaltou o secretário Geral da CNTV, Cláudio José defendeu medidas para proteger os vigilantes de carro-forte CNTV, Cláudio José. Segundo ele, é preciso investir em meios para diminuir os crimes. “Se não temos como impedir, precisamos buscar meios para diminuir os riscos”, completou.

Principais problemas No documento entregue, a CNTV apontou como principais problemas no transporte de valores o armamento ineficiente para a defesa dos vigilantes; falta de limites máximos de valores transportados; e ineficácia dos meios de comunicação ou mesmo ausência dos meios determinados nas normas vigentes. Além disso, a fragilidade na estrutura vem sendo provada pelas constantes invasões às bases e locais de guarda de numerário.

A CNTV também apontou que a condução dos inquéritos por autoridades com competência limitada vem se mostrando ineficiente na prisão de criminosos e recuperação de valores. Isto porque, como é de conhecimento dos profissionais deste segmento, as quadrilhas vêm se expandindo e tomando proporções nacionais, dificultando cada vez mais o trabalho das autoridades.

Assunto sempre debatido pela CNTV, o aumento da potência dos veículos e a blindagem das viaturas que realizam escolta também foram levadas para a mesa pela Confederação. Dois peritos do Instituto Nacional de Criminalística ouviram as considerações dos trabalhadores e apontaram alguns aspectos técnicos, além da necessidade de dados específicos sobre os crimes envolvendo transporte de valores e escolta armada.

A partir destas informações será possível apresentar sugestões eficazes, baseadas em dados concretos.
É preciso mudar

Em resposta a todos estes problemas, os trabalhadores vem se mobilizando e conseguindo com que boa parte destes assuntos seja pautada também em outros entes da administração pública, do Judiciário e Ministério Público do Trabalho nas diversas regiões. A CNTV vem defendendo, e apresentou na reunião extraordinária na CCASP, a permissão para utilização de armas mais modernas e potentes durante transportes de média e longa distância por rodovias, como pistolas e fuzis.

Além disso, defende a obrigatoriedade do uso de rádio com tecnologia via satélite em todos os veículos e o limite de R$ 2 milhões a ser transportado em rodovias e com escolta de outro carro-forte. Em operações rotineiras os valores de embarque e desembarque devem ser limitados a R$ 150 mil.

Segundo a coordenadora da CCASP, Dra. Silvana Helena Vieira Borges, a discussão sobre as medidas existentes e que podem ser melhoradas efetivamente é fundamental. “A segurança privada jamais terá o mesmo calibre dos assaltantes por questões legais, mas podemos e devemos buscar soluções alternativas para dificultar os crimes e preservar a vida dos trabalhadores”, argumentou.

Novo encontro já tem data marcada

Para otimizar os debates foram criados dois grupos – um para discutir sobre escolta armada e outro transporte de valores. Nova reunião extraordinária foi agendada para o dia 17 de junho, quando deve ser definido o modo de trabalho de cada grupo.

O objetivo é a realização de estudos técnicos, buscando mais elementos para sustentar as posições defendidas pelos trabalhadores. Até lá, a CNTV deve realizar debates com a categoria para incluir as demandas nas discussões junto à Polícia Federal (PF).


Fonte: CNTV

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Dilma atende trabalhadores e declara ser contra terceirização em atividade-fim

PRESIDENTA SE ENCONTRA COM SINDICALISTAS E ANUNCIA A CRIAÇÃO DE FÓRUM QUE VAI DISCUTIR RELAÇÕES TRABALHISTAS E PREVIDÊNCIA

Na manhã desta quinta-feira (30), em encontro com o presidente da CUT , Vagner Freitas, e outros sindicalistas, a presidenta Dilma Rousseff (PT), anunciou sua posição em relação ao PL 4330. A petista atendeu a reivindicação dos trabalhadores e afirmou ser contrária a terceirização da atividade-fim nas empresas no País.
"A regulamentação do trabalho terceirizado, do nosso ponto de vista, precisa manter a diferenciação entre atividade-fim e atividade-meio nos mais diversos ramos da atividade econômica", disse Dilma.
Vagner considerou extremamente positiva a declaração firme de Dilma contra a terceirização na atividade-fim. “O posicionamento da presidenta está alinhado com a luta da CUT, CTB, Intersindical, MST, MTST, CMP e outras 21 entidades do movimento social e sindical, que desde o dia 7 de abril estão nas ruas contra o PL 4330.”
A presidenta afirmou estar preocupada com a garantia de que direitos trabalhistas sejam respeitados, algo que o PL 4330 não pode assegurar. Por outro lado, Dilma pediu que  trabalhadores terceirizados tenham sua relação de emprego regulamentada.
“Eu sei que é urgente e necessário regulamentar o trabalho terceirizado no Brasil para que milhões de mulheres e homens, trabalhadores e trabalhadoras, tenham proteção no emprego e garantia de salário digno”, pediu a presidenta.
Criação do Fórum
Durante a reunião, Dilma atendeu uma antiga reivindicação da CUT, a criação de um espaço de diálogo sobre questões ligadas a previdência e trabalho. Por decreto, a presidenta anunciou o “Fórum de Debates de Políticas de Emprego, Trabalho, Renda e Previdência.”
“Esse Fórum fortalece a luta dos trabalhadores. A CUT aceita o convite para participar e desde já estamos pedindo que as MPs 664 e 665 saiam de tramitação e sejam discutidas neste espaço. A CUT é contra as duas MPs, que retiram direitos trabalhadores”, declarou Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores.
O Fórum será formado pelas centrais sindicais, além de representantes dos aposentados e pensionistas, empresários e do governo. O espaço estará subordinado a Secretaria-Geral da Presidência e terá seis meses para apresentar propostas para o setor à presidenta Dilma.
Dentro do Fórum, a CUT irá defender o fim do fator previdenciário, a cobertura da previdência social, o fortalecimento do trabalho e o fim da rotatividade do mercado de trabalho.
Violência no Paraná
Na abertura do encontro, Vagner Freitas lembrou a tragédia da última quarta-feira (29), no Paraná. “Eu protestei contra a ação truculenta da Polícia Militar, que cometeu uma chacina contra os professores. A Lei Maria da Penha deveria ser usada contra os policiais do Paraná, que agrediram professoras. O [Beto]Richa age da mesma forma que o Geraldo Alckmin [governador de São Paulo] e não recebe os professores para negociar”, afirmou o presidente da CUT, que sugeriu que a presidenta interfira em favor dos docentes.
“Fiz uma solicitação à Dilma, que ela possa intermediar as negociações dos professores em São Paulo e no Paraná com os governos de Beto Richa e do Geraldo Alckmin, que se recusam a estabelecer o diálogo. A presidenta deu o exemplo aqui, recebendo os trabalhadores e abrindo um espaço para negociações”, disse Vagner Freitas.

Fonte: CUT Nacional