segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Vigilantes do Santander almoçam às 9 da manhã e não podem ir ao banheiro

A nova determinação do Santander para rendição dos vigilantes está deixando a categoria em uma situação desumana. O banco decidiu reduzir o número de profissionais que fazem a rendição dos guardas das agências e somente um profissional pode ser substituído durante o expediente. Os demais só podem almoçar antes da abertura da agência ou depois da saída do último cliente. Além do longo período de fome, há o problema da ida ao banheiro, já que também não há coberA nova determinação do Santander para rendição dos vigilantes está deixando a categoria em uma situação desumana. O banco decidiu reduzir o número de profissionais que fazem a rendição dos guardas das agências e somente um profissional pode ser substituído durante o expediente. Os demais só podem almoçar antes da abertura da agência ou depois da saída do último cliente. Além do longo período de fome, há o problema da ida ao banheiro, já que também não há cobertura nesta situação.



A medida foi instaurada pelo banco – para cortar custos – desde o último dia 1º para algumas empresas e será vigente a partir do dia 15. O Santander já foi questionado tanto por sindicalistas bancários, quanto por dirigentes dos vigilantes, mas não se responsabiliza. “Ligamos para o setor de Relações Sindicais do Santander assim que soubemos da medida, mas o banco diz que a responsabilidade é das empresas de segurança”, informou Alexandre Martins, funcionário do Santander e vice-presidente do Sindicato dos Bancários de Petróplis. O Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis já realizou até uma paralisação, no dia 05, véspera da greve dos bancários, para protestar contra a nova medida. “Aí, o banco quis abrir as agências sem movimentação de numerário. Não permitimos. Sem vigilante não tem expediente bancário. É uma questão de segurança tanto para os bancários, quanto para o público, e não abrimos mão disso”, acrescenta Alexandre.
O Sindicato dos Vigilantes de Niterói também já está agindo para resolver a situação, que acontece com os funcionários das empresas Transvip e Sunset. “Soubemos da nova ordem antes de ela entrar em vigor, mas precisamos esperar o dia 1º de setembro para confirmar. Como a medida realmente foi implementada a partir desta data, já no dia seguinte denunciamos tanto o Santander como as empresas de segurança ao Ministério Público do Trabalho e também entramos com pedido de mesa redonda na Superintendência Regional do Trabalho. Aqui em nossa base, mais de cem profissionais estão nesta situação, que é uma questão séria de saúde do trabalhador”, informa Cláudio José de Oliveira, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e secretário-geral da confederação da categoria, a CNTV. O sindicalista também entrou em contato com o banco e com as empresas e o que ouviu foi um jogo de empurra. “O Santander diz que o problema é das empresas, as empresas dizem que o problema é do Santander. Não sabemos se é uma questão de contrato omisso, mas o fato é que a nova medida está prejudicando os trabalhadores e não vamos permitir que isso aconteça”, anuncia Cláudio.
No Rio de Janeiro, a medida já começou a provocar muitos problemas. Um diretor do Sindicato dos Vigilantes do município esteve na sede administrativa do banco no último dia 12 para entregar um ofício ao superintendente e conversou com os sindicalistas bancários que faziam o piquete na porta do prédio. “O ofício apresentado pelo sindicato da categoria ressalta que a nova medida põe em risco a saúde dos vigilantes. Mas o problema é maior. Segundo o dirigente dos vigilantes que esteve no prédio, cerca de cem trabalhadores já foram demitidos por causa da nova medida. Além da piora das condições de trabalho, a nova orientação do banco está provocando desemprego. O Santander, mais uma vez, faz economia às custas de quem trabalha para a empresa”, critica Marcos Vicente, funcionário do Santander e diretor do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro.
Fonte: Fetraf RJ/ES

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Vigilantes de Transporte de Valores analisam contraproposta patronal

As empresas de transporte de valores apresentaram uma nova proposta para os vigilantes. A categoria analisa a proposição junto com o Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região.  Confira a proposta completa:

- REAJUSTE SALARIAL 10% PARA TODAS AS FUNÇÕES.

- VALE ALIMENTAÇÃO PARA DTV E VSB. R$ 30,00

- PLANO DE SAÚDE ESTENDIDO PARA ATE 3 DEPENDENTES DO VSB.

- VIGILANTE MANOBRISTA, SERÁ PROMOVIDO PARA VIGILANTES CARRO FORTE.

- VALE ALIMENTAÇÃO DO PESSOAL DE ADM, TESOURARIA E CAIXA FORTE R$ 25,50.

A categoria reivindica outros pontos que não foram contemplados pelo patronal. Uma nova rodada de negociação será agendada entre os sindicatos.

Na Campanha Salarial 2016, o Sindicato pede:- Salário: Reposição da inflação dos últimos 12 meses (INPC) + 5% de ganho real.

- Vale refeição no valor de R$ 32,00 ( trinta e dois reais )  para as guarnições de carro forte e de R$ 26,00 ( vinte e seis reais ) para os demais funcionários

– Piso salarial do vigilante de base acrescido de mais 20% por exercer função de motorista.

- Auxílio Creche.

- Extensão da assistência saúde aos familiares dos vigilantes de base;

- Mudança no horário de desjejum para 07h00m às 10h00m

- Inclusão do Benefício Social Familiar para todos os vigilantes em caso de incapacitação permanente por perda ou redução de sua aptidão física, falecimento e quando do nascimento de seus filhos, por meio de organização gestora especializada. 

Fonte: Imprensa SindVig Petrópolis


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Sindicato paralisa três agências do Santander em Petrópolis contra proibição de intervalo de almoço


Sindicato manda recado direto ao Santander e paralisa funcionamento de três agências bancárias nesta segunda-feira (05/09) em Petrópolis. O fechamento das unidades é um protesto contra a proibição dos vigilantes cumprirem a hora de almoço como manda a CLT e NR 24.6. O Sindicato apurou que a empresa de segurança retirou o vigilante almocista e limitou o horário que os trabalhadores teriam para fazer a refeição. Na última semana, o Sindicato notificou o bancos e os gerentes sobre o descumprimento da lei e como não teve uma resposta satisfatória paralisou as atividades das unidades na cidade.

A NR 24.6 determina regras para condições de higiene e conforto nos intervalos e locais de refeições. O Sindicato notificou na sexta-feira (02/09) todos os gerentes do Santander para resolver o problema. As denúncias dão conta de que os vigilantes foram proibidos de gozar do intervalo de almoço pela empresa de segurança sob orientação do Núcleo de Segurança do banco. A irregularidade também vem acontecendo em outras regiões do Estado do Rio.

Novas protestos não estão descartados. Nesta terça-feira (06/09) começa a greve dos bancários em todo país. Em Petrópolis e região, a categoria terá o apoio incondicional do Sindicato dos Vigilantes.












sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Santander descumpre CLT e NR24.6 e retira hora de almoço dos vigilantes

As agências do banco Santander situadas nos municípios da base do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região estão desrespeitando a NR 24.6 que determina regras para condições de higiene e conforto nos intervalos e locais de refeições. O Sindicato notificou nesta sexta-feira (02/09) todos os gerentes para resolver o problema. Caso não se tenha providências por parte do banco, a direção do Sindicato não descarta uma paralisação de todas as unidades na segunda-feira (05/09).

As denúncias dão conta de que os vigilantes estão proibidos de gozar do intervalo de almoço já que a empresa de segurança e o Núcleo de Segurança do banco retiraram os vigilantes almocistas que realizam a rendição dos colegas durante a hora de almoço. A irregularidade também vem acontecendo em outras regiões do Estado do Rio.

"O que o Santander e a empresa de segurança estão fazendo é descumprir a CLT e também a Norma Regulamentadora. O direito ao intervalo para almoço esta consagrado na lei e deve ser cumprido. Não podemos admitir qualquer retirada de direitos e muito menos precarizar as condições de trabalho. Os vigilantes não são obrigados a permanecer dentro da agência duranta a uma hora de almoço a que tem direito. As empresas devem ter o almocista para assegurar que os trabalhadores façam sua hora de almoço como manda a lei", afirma Adriano Linhares, presidente do Sindicato.

Veja o que diz a NR 24.6 - Condições de higiene e conforto por ocasião das refeições. (Alteração dada pela Portaria nº 13, de 17/09/93)


24.6.1 - As empresas urbanas e rurais, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, e os órgãos governamentais devem oferecer a seus empregados e servidores condições de conforto e higiene que garantam refeições adequadas por ocasião dos intervalos previstos na jornada de trabalho. (Alterado pela Portaria SSST n.º 13, de 17 de setembro de 1993)".

Fonte: Imprensa SindVig Petrópolis

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Sindicato vai cobrar hora de almoço da empresa Protege em mesa redonda no MTE

Na próxima sexta-feira (26/08), o Sindicato vai participar de uma mesa redonda com a empresa Protege na Gerência Regional do Trabalho no Ministério do Trabalho e Emprego, em Petrópolis, para discutir o descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e da CLT sobre a hora de almoço dos vigilantes. 

A empresa se recusa a conceder uma hora de almoço ao vigilante. Segundo denúncias, a Protege obriga os trabalhadores a cumprir apenas meia hora e voltar ao trabalho. Essa prática descumpre a legislação trabalhista. 

O Sindicato quer que a empresa cumpra a lei sem que os trabalhadores tenham prejuízos de suas horas de descanso e almoço. O Sindicato alerta ainda que não vai aceitar possíveis perseguições aos trabalhadores. 

"Pedimos essa mesa redonda ao MTE, pois será a nossa chance de cobrar da empresa junto aos órgãos fiscalizadores o cumprimento da CLT e da nossa Convenção Coletiva de Trabalho. Não podemos admitir um regime de trabalho de escravidão. A uma hora de almoço é direito de todo trabalhador que cumpre uma jornada de trabalho de oito horas diárias. E esse é o caso dos vigilantes da Protege", afirma Adriano Linhares, presidente do Sindicato.

Imprensa SindVigPetrópolis

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Globo poderá ser executada antes de sócios de empresa de vigilância por dívidas a terceirizado

A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho proveu parcialmente recurso da Globo Comunicação e Participações S.A., para determinar que a execução de uma sentença trabalhista relativa a um vigilante terceirizado seja promovida inicialmente contra a Vigilância e Segurança Ltda. (Vise), empregadora e devedora principal. Mas, segundo o relator do processo, desembargador convocado Marcelo Lamego Pertence, não há obrigação de esgotar os meios de execução também contra os sócios da Vise, como pretendia a Globo. Assim, caso resulte infrutífera, a execução poderá ser direcionada contra ela, na condição de devedora subsidiária.

A reclamação trabalhista foi ajuizada pelo vigilante contra a Vise e a Globo, visando ao recebimento de verbas rescisórias. A 12ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro (RJ) julgou a Globo subsidiariamente responsável pelos créditos decorrentes da sentença, mas destacou que não há necessidade de exaurir as possibilidades de execução contra a Vise e seus sócios antes do redirecionamento da execução contra a Globo.

O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) manteve a decisão, e a empresa recorreu ao TST pleiteando o chamado benefício de ordem. O desembargador Marcelo Pertence destacou que a jurisprudência dominante do TST é a de que o benefício de ordem na execução é assegurado em relação à devedora principal, não alcançando seus sócios. “Isso se dá em atendimento aos princípios da celeridade e da duração razoável do processo, tendo em vista a natureza alimentar do crédito trabalhista e o alongamento demasiado do processo caso fosse necessário redirecionar a execução contra os sócios da empregadora antes de executar a devedora subsidiária”, explicou.

A exigência de incursão nos bens dos sócios transferiria ao trabalhador, com poucos recursos econômicos, e ao juízo da execução o encargo de buscar bens passíveis de penhora, “retardando a constrição do patrimônio da devedora subsidiária e até pondo em risco a efetividade da execução”, afirmou o magistrado. Ele entende que a Globo responde pela satisfação do crédito, enquanto devedora subsidiária, “exatamente como garantidor do cumprimento da obrigação pela devedora principal, tal como o fiador ou o avalista nas dívidas de natureza civil e cambiária”.

O relator enfatizou ainda que não se recusa à devedora subsidiária a possibilidade de exigir a observância do benefício de ordem caso nomeie bens livres e desembaraçados da devedora principal, situados no mesmo município, e suficientes para solver o débito. Mas esclareceu que cabe a ela o ônus de localizar os bens e nomeá-los perante o juízo da execução.


Fonte: TST

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Exército reforçará controle e fiscalização sobre explosivos

Para garantir mais segurança aos trabalhadores da segurança privada que vêm sendo vítimas frequentes de ataques com explosões a carros-fortes, agências bancárias, caixas eletrônicos, entre outros, a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) defendeu, durante o II Simpósio de Controle e Rastreamento de Explosivos, a contratação de vigilantes e elaboração de plano de segurança para pedreiras, além da exigência de comprovação de antecedentes criminais para todos os que manuseiam os explosivos. O Simpósio ocorreu nesta terça e quarta-feira (16 e 17), na Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), em Brasília.

Única representante dos trabalhadores vigilantes, de transporte de valores e escolta armada, a CNTV defendeu junto à DFPC – Divisão do Exército Brasileiro responsável, entre outros, pelo controle de explosivos – que a contratação de vigilantes para as pedreiras é fundamental em decorrência do risco do local, além da grande quantidade de explosivos (alvo constante de bandidos).

“Entendemos que é, sim, questão de segurança. Hoje, boa parte das pedreiras não contrata vigilante. Colocam lá qualquer pessoa para cuidar de tudo, sem qualquer qualificação, tornando fácil para os ladrões conseguir o instrumento utilizado para crimes ainda maiores e que vem ceifando a vida de centenas de trabalhadores – os ataques a carro-forte e a bancos em geral”, avaliou o secretário Geral da CNTV, Cláudio José.

Sobre o plano de segurança, a CNTV argumentou que, para contratar vigilantes, é fundamental saber a real necessidade do local. “O plano de segurança daria esse norte e evitaria que as empresas contratassem vigilantes só por contratar, sem colocar no lugar correto, sem seguir procedimentos determinados. Também defendemos que o trabalho dos trabalhadores seja complementado por câmeras de monitoramento, para diminuir ainda mais o risco de roubos a explosivos”, esclareceu o presidente da CNTV, José Boaventura.

Além disso, a CNTV quer também que os trabalhadores que manuseiam explosivos comprovem que são “ficha limpa”. Assim como os vigilantes não podem ter antecedentes criminais, o entendimento da Confederação é que, por questões de segurança, a exigência seja estendida aos que trabalham com explosivos.

Exército quis ouvir membros da CCASP

Com as alterações na Portaria nº 03 – Colog, de 10 de maio de 2012, que aprovou as Normas Relativas às Atividades com Explosivos e seus Acessórios, a DFPC convidou os membros da CCASP para participarem do Simpósio. Segundo entendimento da Diretoria, esta seria uma oportunidade para prestar esclarecimentos e debater possíveis sugestões para as alterações do texto.

Além da CNTV, participaram do evento representantes da ABTV e Febraban. A Polícia Federal (PF) justificou ausência em virtude do envolvimento com os Jogos Olímpicos. Também estiveram presentes representantes de pedreiras e de empresas que trabalham com venda e fabricação de explosivos.

As propostas apresentadas no Simpósio serão analisadas pelo Exército e encaminhadas para a área competente realizar possíveis alterações.

“Ficamos satisfeitos com a participação da CNTV. Por representar a categoria de vigilantes, Transporte de Valores e Escolta Armada, buscamos apresentar propostas que evitem que os explosivos cheguem às mãos dos bandidos. Fizemos questão de participar do Simpósio porque a preocupação com os vigilantes é real, e trabalhamos incansavelmente para garantir sua segurança”, afirmou Cláudio.


Fonte: CNTV

Vigilante não pode ter antecedente criminal, decide Tribunal Regional Federal da 3ª Região

A profissão de vigilante não pode ser exercida por pessoa com antecedente criminal. O entendimento é do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que reformou sentença que obrigou a Polícia Federal a registrar certificado de vigilante de um condenado a crime de lesão corporal contra mulher.
O vigilante impetrou mandado de segurança para que a PF promovesse o registro de certificado de curso de reciclagem para vigilantes, necessário para o exercício da profissão. Apesar de ter sido condenado à detenção de três meses, ele alegou que conservou conduta ilibada no desempenho da função de vigilante na empresa em que trabalha há mais de dois anos.
O magistrado de primeira instância concordou com os argumentos do vigilante e entendeu que os antecedentes criminais do impetrante não podem restringir sua atuação profissional, sob pena de perpetuação da punibilidade.
Porém, a Advocacia-Geral da União recorreu, alegando que a Lei 7.102/1983 estabelece que um dos requisitos para o exercício da profissão de vigilante é exatamente a ausência de antecedentes criminais. Os advogados da União ressaltaram que essa exigência tem como objetivo evitar que a segurança privada seja exercida por pessoas que possuam antecedentes sociais incompatíveis com o grau de responsabilidade e idoneidade inerente à atividade de vigilante.
Além disso, a AGU destacou que o artigo 4º da Lei 10.826/2003 estabelece que, para adquirir arma de fogo, é necessária comprovar a idoneidade, com a apresentação de certidões negativas de antecedentes criminais. De acordo com a unidade da AGU, como o artigo 4º da Lei 10.826/2003 não foi declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento da ADI 3112-1, deve-se entender que o princípio do estado de inocência deve ser relativizado.
Ao analisar o caso, o TRF-3 acolheu os argumentos da AGU e negou o mandado de segurança impetrado pelo vigilante. O tribunal reconheceu que ele não é titular do direito ao registro de certificado para vigilantes, por não reunir os requisitos mínimos necessários ao exercício de sua atividade (idoneidade comprovada e perfil social).
“Afigura-se em consonância com as normas que a Administração exija o cumprimento dos critérios colhidos das normas legais, e, assim, no desempenho de seu legítimo poder de polícia, impeça que cidadãos não qualificados legalmente exerçam atividades relacionadas à segurança pública com porte de arma de fogo”, decidiu o tribunal. 
Com informações da Assessoria de Imprensa da AGU.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Reforma trabalhista de Temer pode acabar com 13º e férias

Desde que o golpe começou a ser arquitetado, a CUT afirma que o alvo principal dos golpistas é classe trabalhadora. De acordo com o jornal O Globo, o alerta cutista pode se confirmar nos próximos dias. Isso porque, o governo ilegítimo de Michel Temer deve anunciar uma reforma trabalhista que prevê flexibilização de diversos direitos. 

Segundo O Globo, estão no alvo de Michel Temer os direitos assegurados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O 13º salário, férias, adicional noturno, licença-paternidade e salário mínimo são alguns dos benefícios que podem ser atingidos. 

De acordo com o projeto, todos os itens listados poderiam ser negociados entre trabalhadores e empresários promovendo uma nova realidade nas relações trabalhistas. Após alterados em acordos coletivos, as novas regras não poderiam ser derrubados na Justiça. “Quando eles falam do negociado sobre o legislado, na verdade querem apenas abrir uma porteira por onde vamos perder um século de direitos conquistados”, alerta Graça Costa, secretária de Relações do Trabalho da CUT.

Direitos assegurados pela Constituição estariam, por enquanto, garantidos, já que somente através de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) se pode alterar o seu texto. Mesmo assim, Graça Costa pede cautela. 

“Hoje, eles têm maioria consolidada no Congresso, estamos correndo um risco enorme. Qualquer proposta que for encaminhada pode ser aprovada. A classe trabalhadora precisa despertar antes que seja tarde”, explica Graça. 

O único caminho, segundo a dirigente Cutista, para barrar as propostas que virão de Temer, é a rua. “Temos que parar o Brasil. Somente uma greve geral pode fazer esse governo ilegítimo recuar dessas medidas. Não é uma luta de categoria, é luta de classe”, finaliza. 

Fonte: CUT

terça-feira, 2 de agosto de 2016

CNTV reafirma apoio ao projeto ‘Vigilante 24 horas’

Realidade em diversas cidades do Rio Grande do Sul, o projeto Vigilante 24 horas já recebeu total apoio da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV). Segundo o texto, tornase obrigatória a presença de vigilantes em agências bancárias e instituições de crédito 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados. 

O projeto, iniciado pelo Sindivigilantes do Sul, já é realidade em 34 cidades do Estado, e a expectativa é que esse número siga aumentando a cada dia. Até agora já aprovaram o projeto: Alvorada*, Amaral Ferrador*, Arroio Grande, Arroio dos Ratos, Bagé*, Balneário Pinhal*, Butiá*, Camaquã, Candiota, Canguçu, Cerrito, Cerro Grande do Sul*, Charqueadas*, Cidreira*, Cruz Alta, Herval, Jaguarão, Morro Redondo*, Mostardas, Nova Prata*, Pedro Osório, Pelotas, Pinheiro Machado*, Piratini, Portão, Rosário do Sul*, Santo Ângelo*, São Francisco de Assis*, São Gabriel*, São Jerônimo*, São Leopoldo*, Tapes*, Tupanciretã*, Viamão*. Nas cidades marcadas com asterisco, falta a assinatura do prefeito para virar lei. 

Por entender a grande relevância do projeto Vigilante 24 horas, a CNTV incentiva que sindicatos de todos os cantos do país procurem vereadores de suas regiões para que apresentem projetos de leis no mesmo sentido. 

Segundo o secretário Geral da CNTV, Cláudio José, além da segurança, o Projeto garante também geração de emprego. “Por esse motivo a CNTV defende e orienta que sindicatos de todo o país sigam a mesma linha do Sindivigilantes do Sul e defendam projetos que garantam a presença de vigilantes durante as 24 horas do dia”, afirmou A 

União Faz a Força 

A proteção ao patrimônio é apenas uma das partes do trabalho desenvolvido pelos vigilantes. A mais importante delas, e que merece atenção devido o aumento da violência, é o cuidado com a vida das pessoas. Bancários, clientes, usuários e trabalhadores terceirizados estão expostos a riscos e, por isso, a união das categorias para aprovar o projeto é indispensável. 

Parceiros de longa data, vigilantes e bancários devem se unir ainda mais para garantir aquilo que é luta de ambos: segurança. 

Fonte: CNTV

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Novo convênio para associados do Sindicato

Até 70% de desconto. 

End.: Rua Paulo Barbosa, 127 - Centro de Petrópolis/RJ

Desconto válido somente com a apresentação da carteira de sócio do Sindicato ou desconto da mensalidade comprovada em contra cheque.


Transporte de Valores: Negociações com patronal começam nesta quinta-feira (21/07)

Nesta quinta-feira (21/07) acontece a primeira rodada de negociações com o sindicato das empresas para discutir as reivindicações dos vigilantes de Transportes de Valores. O Sindicato já entregou a pauta com os pedidos da categoria.

Na Campanha Salarial 2016, o Sindicato pede:- Salário: Reposição da inflação dos últimos 12 meses (INPC) + 5% de ganho real.

- Vale refeição no valor de R$ 32,00 ( trinta e dois reais )  para as guarnições de carro forte e de R$ 26,00 ( vinte e seis reais ) para os demais funcionários

– Piso salarial do vigilante de base acrescido de mais 20% por exercer função de motorista.

- Auxílio Creche.

- Extensão da assistência saúde aos familiares dos vigilantes de base;

- Mudança no horário de desjejum para 07h00m às 10h00m

- Inclusão do Benefício Social Familiar para todos os vigilantes em caso de incapacitação permanente por perda ou redução de sua aptidão física, falecimento e quando do nascimento de seus filhos, por meio de organização gestora especializada. 

Fonte: Imprensa SindVig Petrópolis

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Presidente do Sindicato participa de encontro de dirigentes sindicais da G4S no Uruguai


O presidente do Sindicato e Secretário de Relações Internacionais da CNTV - Confederação Nacional dos Vigilantes participou de uma grande oficina de planejamento sindical de trabalhadores ligados à empresa G4S, em Montivedéu, no Uruguai. 

O encontro debateu a situação dos trabalhadores da empresa em todos os países onde a G4S atua. Foram dois dias de workshops com a participação de líderes sindicais na G4S e organizações de apoio dos Estados Unidos, Uruguai, Paraguai, Peru, Colômbia, Nicarágua, Brasil e El Salvador. O encontro aconteceu no escritório regional da Uni Américas.



segunda-feira, 27 de junho de 2016

Sindicato apresenta pauta de reivindicações para vigilantes do Transporte de Valores

O Sindicato apresentou as reivindicações ao sindicato patronal para acordo coletivo dos vigilantes de transporte de valores. A direção do sindicato aguarda o agendamento para a primeira rodada de negociação. 

A pauta apresentada reivindica:

- Salário: Reposição da inflação dos últimos 12 meses (INPC) + 5% de ganho real.

- Vale refeição no valor de R$ 32,00 ( trinta e dois reais )  para as guarnições de carro forte e de R$ 26,00 ( vinte e seis reais ) para os demais funcionários

– Piso salarial do vigilante de base acrescido de mais 20% por exercer função de motorista.

- Auxílio Creche.

- Extensão da assistência saúde aos familiares dos vigilantes de base;

- Mudança no horário de desjejum para 07h00m às 10h00m

- Inclusão do Benefício Social Familiar para todos os vigilantes em caso de incapacitação permanente por perda ou redução de sua aptidão física, falecimento e quando do nascimento de seus filhos, por meio de organização gestora especializada.

Imprensa SindVigPetrópolis


segunda-feira, 20 de junho de 2016

Sindicato homenageia Vigilantes pelo Dia Nacional comemorado em 20 de junho

Hoje, 20 de junho, é o Dia Nacional dos Vigilantes! E para comemorar esta importante data que homenageia guerreiros e guerreiras da segurança privada, o Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região brinda os associados com um delicioso café da manhã na sede do Sindicato no centro de Petrópolis. Desde às 6h da manhã os vigilantes confraternizam na entidade. 

Quem ainda não passou por lá, o café vai até às 11h. O endereço é: Rua Paulo Barbosa, 233 - sala 02. Ahhh e ainda ganha uma garrafinha de água de brinde.

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região parabeniza a todos os trabalhadores pela Dia Nacional dos Vigilantes, uma profissão ímpar que protege não só patrimônio, mas as pessoas também. 

Confira algumas fotos de quem já passou pelo Sindicato: