quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Sindicato vai cobrar hora de almoço da empresa Protege em mesa redonda no MTE

Na próxima sexta-feira (26/08), o Sindicato vai participar de uma mesa redonda com a empresa Protege na Gerência Regional do Trabalho no Ministério do Trabalho e Emprego, em Petrópolis, para discutir o descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e da CLT sobre a hora de almoço dos vigilantes. 

A empresa se recusa a conceder uma hora de almoço ao vigilante. Segundo denúncias, a Protege obriga os trabalhadores a cumprir apenas meia hora e voltar ao trabalho. Essa prática descumpre a legislação trabalhista. 

O Sindicato quer que a empresa cumpra a lei sem que os trabalhadores tenham prejuízos de suas horas de descanso e almoço. O Sindicato alerta ainda que não vai aceitar possíveis perseguições aos trabalhadores. 

"Pedimos essa mesa redonda ao MTE, pois será a nossa chance de cobrar da empresa junto aos órgãos fiscalizadores o cumprimento da CLT e da nossa Convenção Coletiva de Trabalho. Não podemos admitir um regime de trabalho de escravidão. A uma hora de almoço é direito de todo trabalhador que cumpre uma jornada de trabalho de oito horas diárias. E esse é o caso dos vigilantes da Protege", afirma Adriano Linhares, presidente do Sindicato.

Imprensa SindVigPetrópolis

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Globo poderá ser executada antes de sócios de empresa de vigilância por dívidas a terceirizado

A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho proveu parcialmente recurso da Globo Comunicação e Participações S.A., para determinar que a execução de uma sentença trabalhista relativa a um vigilante terceirizado seja promovida inicialmente contra a Vigilância e Segurança Ltda. (Vise), empregadora e devedora principal. Mas, segundo o relator do processo, desembargador convocado Marcelo Lamego Pertence, não há obrigação de esgotar os meios de execução também contra os sócios da Vise, como pretendia a Globo. Assim, caso resulte infrutífera, a execução poderá ser direcionada contra ela, na condição de devedora subsidiária.

A reclamação trabalhista foi ajuizada pelo vigilante contra a Vise e a Globo, visando ao recebimento de verbas rescisórias. A 12ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro (RJ) julgou a Globo subsidiariamente responsável pelos créditos decorrentes da sentença, mas destacou que não há necessidade de exaurir as possibilidades de execução contra a Vise e seus sócios antes do redirecionamento da execução contra a Globo.

O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) manteve a decisão, e a empresa recorreu ao TST pleiteando o chamado benefício de ordem. O desembargador Marcelo Pertence destacou que a jurisprudência dominante do TST é a de que o benefício de ordem na execução é assegurado em relação à devedora principal, não alcançando seus sócios. “Isso se dá em atendimento aos princípios da celeridade e da duração razoável do processo, tendo em vista a natureza alimentar do crédito trabalhista e o alongamento demasiado do processo caso fosse necessário redirecionar a execução contra os sócios da empregadora antes de executar a devedora subsidiária”, explicou.

A exigência de incursão nos bens dos sócios transferiria ao trabalhador, com poucos recursos econômicos, e ao juízo da execução o encargo de buscar bens passíveis de penhora, “retardando a constrição do patrimônio da devedora subsidiária e até pondo em risco a efetividade da execução”, afirmou o magistrado. Ele entende que a Globo responde pela satisfação do crédito, enquanto devedora subsidiária, “exatamente como garantidor do cumprimento da obrigação pela devedora principal, tal como o fiador ou o avalista nas dívidas de natureza civil e cambiária”.

O relator enfatizou ainda que não se recusa à devedora subsidiária a possibilidade de exigir a observância do benefício de ordem caso nomeie bens livres e desembaraçados da devedora principal, situados no mesmo município, e suficientes para solver o débito. Mas esclareceu que cabe a ela o ônus de localizar os bens e nomeá-los perante o juízo da execução.


Fonte: TST

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Exército reforçará controle e fiscalização sobre explosivos

Para garantir mais segurança aos trabalhadores da segurança privada que vêm sendo vítimas frequentes de ataques com explosões a carros-fortes, agências bancárias, caixas eletrônicos, entre outros, a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) defendeu, durante o II Simpósio de Controle e Rastreamento de Explosivos, a contratação de vigilantes e elaboração de plano de segurança para pedreiras, além da exigência de comprovação de antecedentes criminais para todos os que manuseiam os explosivos. O Simpósio ocorreu nesta terça e quarta-feira (16 e 17), na Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), em Brasília.

Única representante dos trabalhadores vigilantes, de transporte de valores e escolta armada, a CNTV defendeu junto à DFPC – Divisão do Exército Brasileiro responsável, entre outros, pelo controle de explosivos – que a contratação de vigilantes para as pedreiras é fundamental em decorrência do risco do local, além da grande quantidade de explosivos (alvo constante de bandidos).

“Entendemos que é, sim, questão de segurança. Hoje, boa parte das pedreiras não contrata vigilante. Colocam lá qualquer pessoa para cuidar de tudo, sem qualquer qualificação, tornando fácil para os ladrões conseguir o instrumento utilizado para crimes ainda maiores e que vem ceifando a vida de centenas de trabalhadores – os ataques a carro-forte e a bancos em geral”, avaliou o secretário Geral da CNTV, Cláudio José.

Sobre o plano de segurança, a CNTV argumentou que, para contratar vigilantes, é fundamental saber a real necessidade do local. “O plano de segurança daria esse norte e evitaria que as empresas contratassem vigilantes só por contratar, sem colocar no lugar correto, sem seguir procedimentos determinados. Também defendemos que o trabalho dos trabalhadores seja complementado por câmeras de monitoramento, para diminuir ainda mais o risco de roubos a explosivos”, esclareceu o presidente da CNTV, José Boaventura.

Além disso, a CNTV quer também que os trabalhadores que manuseiam explosivos comprovem que são “ficha limpa”. Assim como os vigilantes não podem ter antecedentes criminais, o entendimento da Confederação é que, por questões de segurança, a exigência seja estendida aos que trabalham com explosivos.

Exército quis ouvir membros da CCASP

Com as alterações na Portaria nº 03 – Colog, de 10 de maio de 2012, que aprovou as Normas Relativas às Atividades com Explosivos e seus Acessórios, a DFPC convidou os membros da CCASP para participarem do Simpósio. Segundo entendimento da Diretoria, esta seria uma oportunidade para prestar esclarecimentos e debater possíveis sugestões para as alterações do texto.

Além da CNTV, participaram do evento representantes da ABTV e Febraban. A Polícia Federal (PF) justificou ausência em virtude do envolvimento com os Jogos Olímpicos. Também estiveram presentes representantes de pedreiras e de empresas que trabalham com venda e fabricação de explosivos.

As propostas apresentadas no Simpósio serão analisadas pelo Exército e encaminhadas para a área competente realizar possíveis alterações.

“Ficamos satisfeitos com a participação da CNTV. Por representar a categoria de vigilantes, Transporte de Valores e Escolta Armada, buscamos apresentar propostas que evitem que os explosivos cheguem às mãos dos bandidos. Fizemos questão de participar do Simpósio porque a preocupação com os vigilantes é real, e trabalhamos incansavelmente para garantir sua segurança”, afirmou Cláudio.


Fonte: CNTV

Vigilante não pode ter antecedente criminal, decide Tribunal Regional Federal da 3ª Região

A profissão de vigilante não pode ser exercida por pessoa com antecedente criminal. O entendimento é do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que reformou sentença que obrigou a Polícia Federal a registrar certificado de vigilante de um condenado a crime de lesão corporal contra mulher.
O vigilante impetrou mandado de segurança para que a PF promovesse o registro de certificado de curso de reciclagem para vigilantes, necessário para o exercício da profissão. Apesar de ter sido condenado à detenção de três meses, ele alegou que conservou conduta ilibada no desempenho da função de vigilante na empresa em que trabalha há mais de dois anos.
O magistrado de primeira instância concordou com os argumentos do vigilante e entendeu que os antecedentes criminais do impetrante não podem restringir sua atuação profissional, sob pena de perpetuação da punibilidade.
Porém, a Advocacia-Geral da União recorreu, alegando que a Lei 7.102/1983 estabelece que um dos requisitos para o exercício da profissão de vigilante é exatamente a ausência de antecedentes criminais. Os advogados da União ressaltaram que essa exigência tem como objetivo evitar que a segurança privada seja exercida por pessoas que possuam antecedentes sociais incompatíveis com o grau de responsabilidade e idoneidade inerente à atividade de vigilante.
Além disso, a AGU destacou que o artigo 4º da Lei 10.826/2003 estabelece que, para adquirir arma de fogo, é necessária comprovar a idoneidade, com a apresentação de certidões negativas de antecedentes criminais. De acordo com a unidade da AGU, como o artigo 4º da Lei 10.826/2003 não foi declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento da ADI 3112-1, deve-se entender que o princípio do estado de inocência deve ser relativizado.
Ao analisar o caso, o TRF-3 acolheu os argumentos da AGU e negou o mandado de segurança impetrado pelo vigilante. O tribunal reconheceu que ele não é titular do direito ao registro de certificado para vigilantes, por não reunir os requisitos mínimos necessários ao exercício de sua atividade (idoneidade comprovada e perfil social).
“Afigura-se em consonância com as normas que a Administração exija o cumprimento dos critérios colhidos das normas legais, e, assim, no desempenho de seu legítimo poder de polícia, impeça que cidadãos não qualificados legalmente exerçam atividades relacionadas à segurança pública com porte de arma de fogo”, decidiu o tribunal. 
Com informações da Assessoria de Imprensa da AGU.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Reforma trabalhista de Temer pode acabar com 13º e férias

Desde que o golpe começou a ser arquitetado, a CUT afirma que o alvo principal dos golpistas é classe trabalhadora. De acordo com o jornal O Globo, o alerta cutista pode se confirmar nos próximos dias. Isso porque, o governo ilegítimo de Michel Temer deve anunciar uma reforma trabalhista que prevê flexibilização de diversos direitos. 

Segundo O Globo, estão no alvo de Michel Temer os direitos assegurados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O 13º salário, férias, adicional noturno, licença-paternidade e salário mínimo são alguns dos benefícios que podem ser atingidos. 

De acordo com o projeto, todos os itens listados poderiam ser negociados entre trabalhadores e empresários promovendo uma nova realidade nas relações trabalhistas. Após alterados em acordos coletivos, as novas regras não poderiam ser derrubados na Justiça. “Quando eles falam do negociado sobre o legislado, na verdade querem apenas abrir uma porteira por onde vamos perder um século de direitos conquistados”, alerta Graça Costa, secretária de Relações do Trabalho da CUT.

Direitos assegurados pela Constituição estariam, por enquanto, garantidos, já que somente através de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) se pode alterar o seu texto. Mesmo assim, Graça Costa pede cautela. 

“Hoje, eles têm maioria consolidada no Congresso, estamos correndo um risco enorme. Qualquer proposta que for encaminhada pode ser aprovada. A classe trabalhadora precisa despertar antes que seja tarde”, explica Graça. 

O único caminho, segundo a dirigente Cutista, para barrar as propostas que virão de Temer, é a rua. “Temos que parar o Brasil. Somente uma greve geral pode fazer esse governo ilegítimo recuar dessas medidas. Não é uma luta de categoria, é luta de classe”, finaliza. 

Fonte: CUT

terça-feira, 2 de agosto de 2016

CNTV reafirma apoio ao projeto ‘Vigilante 24 horas’

Realidade em diversas cidades do Rio Grande do Sul, o projeto Vigilante 24 horas já recebeu total apoio da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV). Segundo o texto, tornase obrigatória a presença de vigilantes em agências bancárias e instituições de crédito 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados. 

O projeto, iniciado pelo Sindivigilantes do Sul, já é realidade em 34 cidades do Estado, e a expectativa é que esse número siga aumentando a cada dia. Até agora já aprovaram o projeto: Alvorada*, Amaral Ferrador*, Arroio Grande, Arroio dos Ratos, Bagé*, Balneário Pinhal*, Butiá*, Camaquã, Candiota, Canguçu, Cerrito, Cerro Grande do Sul*, Charqueadas*, Cidreira*, Cruz Alta, Herval, Jaguarão, Morro Redondo*, Mostardas, Nova Prata*, Pedro Osório, Pelotas, Pinheiro Machado*, Piratini, Portão, Rosário do Sul*, Santo Ângelo*, São Francisco de Assis*, São Gabriel*, São Jerônimo*, São Leopoldo*, Tapes*, Tupanciretã*, Viamão*. Nas cidades marcadas com asterisco, falta a assinatura do prefeito para virar lei. 

Por entender a grande relevância do projeto Vigilante 24 horas, a CNTV incentiva que sindicatos de todos os cantos do país procurem vereadores de suas regiões para que apresentem projetos de leis no mesmo sentido. 

Segundo o secretário Geral da CNTV, Cláudio José, além da segurança, o Projeto garante também geração de emprego. “Por esse motivo a CNTV defende e orienta que sindicatos de todo o país sigam a mesma linha do Sindivigilantes do Sul e defendam projetos que garantam a presença de vigilantes durante as 24 horas do dia”, afirmou A 

União Faz a Força 

A proteção ao patrimônio é apenas uma das partes do trabalho desenvolvido pelos vigilantes. A mais importante delas, e que merece atenção devido o aumento da violência, é o cuidado com a vida das pessoas. Bancários, clientes, usuários e trabalhadores terceirizados estão expostos a riscos e, por isso, a união das categorias para aprovar o projeto é indispensável. 

Parceiros de longa data, vigilantes e bancários devem se unir ainda mais para garantir aquilo que é luta de ambos: segurança. 

Fonte: CNTV

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Novo convênio para associados do Sindicato

Até 70% de desconto. 

End.: Rua Paulo Barbosa, 127 - Centro de Petrópolis/RJ

Desconto válido somente com a apresentação da carteira de sócio do Sindicato ou desconto da mensalidade comprovada em contra cheque.


Transporte de Valores: Negociações com patronal começam nesta quinta-feira (21/07)

Nesta quinta-feira (21/07) acontece a primeira rodada de negociações com o sindicato das empresas para discutir as reivindicações dos vigilantes de Transportes de Valores. O Sindicato já entregou a pauta com os pedidos da categoria.

Na Campanha Salarial 2016, o Sindicato pede:- Salário: Reposição da inflação dos últimos 12 meses (INPC) + 5% de ganho real.

- Vale refeição no valor de R$ 32,00 ( trinta e dois reais )  para as guarnições de carro forte e de R$ 26,00 ( vinte e seis reais ) para os demais funcionários

– Piso salarial do vigilante de base acrescido de mais 20% por exercer função de motorista.

- Auxílio Creche.

- Extensão da assistência saúde aos familiares dos vigilantes de base;

- Mudança no horário de desjejum para 07h00m às 10h00m

- Inclusão do Benefício Social Familiar para todos os vigilantes em caso de incapacitação permanente por perda ou redução de sua aptidão física, falecimento e quando do nascimento de seus filhos, por meio de organização gestora especializada. 

Fonte: Imprensa SindVig Petrópolis

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Presidente do Sindicato participa de encontro de dirigentes sindicais da G4S no Uruguai


O presidente do Sindicato e Secretário de Relações Internacionais da CNTV - Confederação Nacional dos Vigilantes participou de uma grande oficina de planejamento sindical de trabalhadores ligados à empresa G4S, em Montivedéu, no Uruguai. 

O encontro debateu a situação dos trabalhadores da empresa em todos os países onde a G4S atua. Foram dois dias de workshops com a participação de líderes sindicais na G4S e organizações de apoio dos Estados Unidos, Uruguai, Paraguai, Peru, Colômbia, Nicarágua, Brasil e El Salvador. O encontro aconteceu no escritório regional da Uni Américas.



segunda-feira, 27 de junho de 2016

Sindicato apresenta pauta de reivindicações para vigilantes do Transporte de Valores

O Sindicato apresentou as reivindicações ao sindicato patronal para acordo coletivo dos vigilantes de transporte de valores. A direção do sindicato aguarda o agendamento para a primeira rodada de negociação. 

A pauta apresentada reivindica:

- Salário: Reposição da inflação dos últimos 12 meses (INPC) + 5% de ganho real.

- Vale refeição no valor de R$ 32,00 ( trinta e dois reais )  para as guarnições de carro forte e de R$ 26,00 ( vinte e seis reais ) para os demais funcionários

– Piso salarial do vigilante de base acrescido de mais 20% por exercer função de motorista.

- Auxílio Creche.

- Extensão da assistência saúde aos familiares dos vigilantes de base;

- Mudança no horário de desjejum para 07h00m às 10h00m

- Inclusão do Benefício Social Familiar para todos os vigilantes em caso de incapacitação permanente por perda ou redução de sua aptidão física, falecimento e quando do nascimento de seus filhos, por meio de organização gestora especializada.

Imprensa SindVigPetrópolis


segunda-feira, 20 de junho de 2016

Sindicato homenageia Vigilantes pelo Dia Nacional comemorado em 20 de junho

Hoje, 20 de junho, é o Dia Nacional dos Vigilantes! E para comemorar esta importante data que homenageia guerreiros e guerreiras da segurança privada, o Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região brinda os associados com um delicioso café da manhã na sede do Sindicato no centro de Petrópolis. Desde às 6h da manhã os vigilantes confraternizam na entidade. 

Quem ainda não passou por lá, o café vai até às 11h. O endereço é: Rua Paulo Barbosa, 233 - sala 02. Ahhh e ainda ganha uma garrafinha de água de brinde.

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região parabeniza a todos os trabalhadores pela Dia Nacional dos Vigilantes, uma profissão ímpar que protege não só patrimônio, mas as pessoas também. 

Confira algumas fotos de quem já passou pelo Sindicato:







sexta-feira, 17 de junho de 2016

Piso Nacional dos Vigilantes – junte-se a nós nesta luta! Espalhe a verdade!

A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e o Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis e região vêm a público desmentir as mensagens falsas que estão circulando pelo Whatsapp e Facebook afirmando que o Piso Nacional dos Vigilantes já foi aprovado. Trata-se de uma informação inverídica que tem como único objetivo enfraquecer a luta da categoria e comprometer dirigentes da CNTV. O PL 230/2016 foi protocolado na segunda-feira (6) pelo senador Paulo  e agora deve seguir todos os trâmites da Casa. Não é possível prever quanto tempo isso levará, apenas que a mobilização da categoria e a cobrança aos Senadores é peça-chave para a agilidade do processo.

Na última semana, vigilantes de todo o país se dirigiram a Brasília para participar da audiência pública realizada no Senado Federal para debater o assunto. Agora, o PL 2302016 passará por todas as comissões do Senado, depois seguirá para a Câmara dos Deputados e, caso haja ajustes a serem feitos, retorna ao Senado. Após todo o trâmite e aprovação, o texto segue para sanção presidencial e passa a valer como lei. Assim como foi com o adicional de periculosidade, a participação da categoria é fundamental.

“Querem enganar a categoria, fazendo acreditar que já foi aprovado (o PL) e que não precisa mais lutar. Isso é golpe de quem não quer ver os vigilantes avançando. Mentem para a categoria para que o trabalhador acredite que a luta já acabou. Isso não é verdade, companheiros! Sigamos unidos e lutando para conquistar o Piso Nacional de R$ 3 mil, reconhecimento e valorização!”, afirmou o diretor da CNTV e deputado distrital Chico Vigilante.

Fonte: CNTV

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Projeto de Lei sobre o Piso Nacional é protocolado no Senado Federal

No próximo dia 20 de junho comemora-se o Dia Nacional dos Vigilantes. A categoria tem motivos para festejar a data já que deu mais um passo importante na conquista pelo Piso Nacional de R$ 3 mil. No dia 06 de junho, o Senador Paulo Paim (PT-RS) protocolou o texto que reivindica que o salário da categoria, qualquer que seja o local de atuação, seja de no mínimo R$ 3 mil. Agora, com nome de Projeto de Lei (PL) 230/2016, a matéria tramitará no Senado Federal e depois na Câmara dos Deputados, e precisa da mobilização total dos trabalhadores em todo o país.

O PL 230/2016 retoma o debate sobre o Piso, uma vez que a matéria que tramitava na Câmara excluiu este item do texto do substitutivo da Lei nº 4238/2012, que institui o Estatuto Nacional de Segurança Privada.

Durante a audiência pública realizada na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado nesta segunda-feira (6), Paim convocou a categoria para a luta que se inicia agora na Casa. “Nós conseguimos os 30% (adicional) graças à mobilização. Esse é o mesmo caminho que devemos percorrer para garantir o piso nacional de R$ 3 mil”, avaliou.

Já o diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e deputado Distrital, Chico Vigilante, lembrou que o momento é de união e que, mais uma vez, os empresários estão tentando desqualificar as reivindicações, ameaçando os trabalhadores com demissões. “Esses mesmos empresários impuseram medo quando lutamos pelo adicional de 30% (...) O vigilante arrisca a vida para defender outras pessoas. Não podemos aceitar que quem tem uma profissão tão perigosa quanto a deles, receba um salário tão baixo e que pode piorar de acordo com o Estado onde ele vive”, ressaltou.

O presidente da CNTV, José Boaventura, reafirmou a necessidade de união da categoria e convocou todos os trabalhadores para a luta. “Acreditamos que somos capazes de conquistar o piso nacional assim como conquistamos a periculosidade. A partir de hoje, é fundamental a mobilização total da categoria em seu Estado, na sua cidade, na sua empresa, no seu posto de trabalho. Somente assim vamos conquistar, assim como foi com outras matérias”, relembrou.

A CNTV continuará lutando para garantir mais valorização para a categoria, e isso inclui salário digno para todos. Por isso, a entidade convoca cada vigilante para fortalecer ainda mais essa luta. A vitória depende de cada um!


Fonte: CNTV

segunda-feira, 13 de junho de 2016

20 de junho: Dia Nacional dos Vigilantes

Na próxima segunda-feira, 20 de junho, o Sindicato promove um grande café da manhã com os vigilantes associados em homenagem ao Dia Nacional dos Vigilantes. A confraternização será na sede do Sindicato (Rua Paulo Barbosa, , centro de Petrópolis) a partir das 06:00hs com término às 11:00hs. 

A data foi escolhida em comum acordo com a categoria e a Lei nº 13.136 foi sancionada pela Presidenta Dilma Rousseff  em 17 de junho de 2015.


Fonte: Imprensa SindVig Petrópolis

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Piso Nacional dos Vigilantes começa a virar realidade no Senado Federal

A categoria de vigilantes do Brasil teve mais um dia histórico na sua trajetória de lutas e busca por direitos. Nesta segunda-feira (06/06), O Senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou que vai apresentar ainda essa semana um Projeto de Lei do Senado que cria o Piso Nacional dos Vigilantes. Paim também presidiu a audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa que discutiu a importância da valorização salarial da categoria. O evento contou com a participação de cerca de 300 vigilantes de todos os cantos do país que ocuparam três plenários de comissões no Senado Federal.  A mesa de abertura foi composta pelo presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região (SVNIT), Cláudio Vigilante, o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, o Senador Paulo Paim, o Deputado Distrital, Chico Vigilante e o presidente do Sindicato dos Vigilantes do Sul, Loreni dos Santos Dias. 

A audiência pública aconteceu no plenário 04-A da Ala Senador Nilo Peçanha no Senado Federal e foi requerida pelo Senador Paulo Paim a pedido da CNTV e do Deputado Distrital Chico Vigilante que relembrou o início da organização da categoria e o medo que os empresários têm da mobilização dos trabalhadores. “Não adianta os patrões virem com discurso que o piso nacional de R$ 3 mil vai desempregar o vigilante. Não é o salário nacional que demite. É a vontade dos empresários em querer o lucro fácil. Os vigilantes não são mais presas fáceis. Estamos organizados. O piso vai trazer uma valorização da categoria”, afirmou Chico Vigilante.

José Boaventura, presidente da CNTV, destacou a importância da categoria no cenário econômico nacional e lembrou outras frentes que deverão ser atacadas pela CNTV. “Hoje somos dois milhões de vigilantes registrados na Polícia Federal. Existe a necessidade de um reconhecimento salarial. Somos a categoria mais bem preparada e ficha limpa. Passamos por vários cursos, temos que apresentar atestados antecedentes e ainda fazemos uma reciclagem de dois em dois anos. Somos muito preparados para ser merecedor de um salário condizente. As empresas de segurança privada se dizem especialistas, porém, não vendem segurança, vendem apenas ‘gente’. A CNTV vai pedir à Polícia Federal que inclua nos cursos de formação uma matéria sobre Plano de Segurança, coisa que as empresas sequer tenham. Isso dará mais proteção às pessoas e a nós mesmos”, acredita Boaventura.

A luta pelo Piso Nacional dos Vigilantes de R$ 3 mil acontece desde 2013 quando a CNTV encampou a briga e lançou o projeto em todo país. No Rio de Janeiro, os Sindicatos que lutam pelo piso nacional unificado são: o Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região, Petrópolis e região e Duque de Caxias. Em setembro de 2014, o SVNIT fez um grande lançamento da campanha na Câmara de Vereadores de Niterói com a presença de vigilantes de todo Estado. Hoje, o piso salarial médio da categoria está em R$ 1.174,00.

“Os vigilantes devem cobrar mais dos seus sindicatos a participação nessa campanha da CNTV, Federações e Sindicatos filiados. Precisamos de dirigentes sindicais corajosos. A nossa luta é verdadeira por que somos vigilantes de verdade e sabemos que um trabalhador passa em seu posto de serviço muitas vezes comendo uma marmita azeda, tomando chuva e passando frio sem nenhuma segurança. A luta será vitoriosa como foi a dos 30% de periculosidade. Não dá para aceitar que os empresários nos tratem como mercadorias”, assegura Cláudio Vigilante, presidente do SVNIT.

O Projeto de Lei no Senado

O Senador Paulo Paim recebeu dos dirigentes sindicais a indicação do projeto de lei que institui o Piso Nacional dos Vigilantes. Paim se comprometeu a apresentar a proposta ainda nesta segunda-feira para iniciar a tramitação na Casa. O PLS deverá passar por comissões e depois seguir para votação em plenário. A proposição ganhou importantes apoios de outros senadores que fizeram questão de participar da audiência pública como: Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) autora do projeto de lei que criou os 30% de periculosidade, José Medeiros (PSD-MT) e Fátima Bezerra (PT-RN).

“Nós conseguimos os 30% graças a muita mobilização. Realizamos audiências públicas por todo país e apresentamos a matéria na Câmara e no Senado. Aqui (Senado) andou mais rápido e garantimos que cada vigilante do país recebesse o adicional. Esse deve ser o mesmo caminho para garantir o Piso Nacional de R$ 3 mil”, garante Paim.

Fonte: Imprensa SindVigPetrópolis / Fotos: Willian Chaves